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Diesel comum registra alta em julho, enquanto diesel S-10 apresenta queda, aponta levantamento da Edenred Ticket Log

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Diesel comum registra leve alta em julho

Segundo a análise mais recente do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que consolida dados reais de abastecimento em mais de 21 mil postos no Brasil, o preço médio do diesel comum apresentou alta discreta em julho, passando para R$ 6,15, aumento de 0,16% em relação a junho.

Diesel S-10 segue trajetória de queda

Já o diesel S-10 registrou queda no preço médio no mesmo período, recuando 0,16% e alcançando R$ 6,17. Segundo Renato Mascarenhas, diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade, essa divergência nos comportamentos pode estar relacionada a fatores logísticos e características específicas de cada tipo de combustível.

Análise regional: Nordeste e Centro-Oeste com maiores aumentos

No detalhamento por regiões, o Nordeste foi a área com maior alta no diesel comum, que subiu 0,82%, chegando a R$ 6,18. Já para o diesel S-10, o maior aumento ocorreu no Centro-Oeste, de 0,32%, com preço médio de R$ 6,26.

Em contrapartida, o Sudeste apresentou as maiores quedas para ambos os tipos: 0,33% para o diesel comum (R$ 6,07) e 0,49% para o S-10 (R$ 6,13).

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Sul registra os menores preços médios do país

O Sul manteve os preços mais baixos no país em julho: o diesel comum teve média de R$ 5,96, com alta de 0,34%, enquanto o diesel S-10 também ficou em R$ 5,96, porém com queda de 0,17% frente a junho.

Região Norte apresenta os maiores valores médios

Na outra ponta, a Região Norte registrou os maiores preços médios do país em julho:

  • Diesel comum: R$ 6,81, após redução de 0,29%;
  • Diesel S-10: R$ 6,60, com queda de 0,15%.
Levantamento por estados: Acre e Paraná com extremos nos preços

Por estados, o Acre apresentou o maior preço médio para o diesel comum em julho, a R$ 7,61, apesar de uma queda de 1,42% sobre junho. Já o Paraná registrou o menor valor médio para o combustível, a R$ 5,89, mesmo com alta de 0,68%.

O maior aumento do mês para o diesel comum foi no Tocantins, com alta de 2,31%, chegando a R$ 6,20. A maior queda foi registrada no Amazonas, onde o preço recuou 2,57%, para uma média de R$ 6,82.

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Para o diesel S-10, o Acre também apresentou o maior preço médio, a R$ 7,59, após queda de 0,52%. O menor preço médio foi novamente no Paraná, R$ 5,91, apesar do aumento de 0,51%. A maior alta do mês foi em Pernambuco (0,85%, R$ 5,93) e a maior queda, no Amazonas (1,61%, R$ 6,74).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Porto de Itajaí bate recorde com novas rotas internacionais e investimento de R$ 9 milhões da JBS Terminais

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A JBS Terminais anunciou a ampliação de suas operações no Porto de Itajaí com a chegada de duas novas linhas internacionais de longo curso e um novo investimento de R$ 9 milhões em infraestrutura logística. A medida reforça o processo de expansão do terminal catarinense, que já registra crescimento acelerado na movimentação de cargas e consolida sua posição estratégica no comércio exterior brasileiro.

Com as novas operações, o Porto de Itajaí alcançará o maior número de linhas regulares de navegação de sua história, fortalecendo as conexões de Santa Catarina com mercados da América do Norte, Caribe, Europa, Oriente Médio, Ásia e África.

Novas linhas ampliam exportações e conexões internacionais

Entre as novidades anunciadas estão as linhas UCLA/Gulf to SAEC String 1 e BOSSA NOVA/SIRIUS 1.

A rota UCLA/Gulf to SAEC String 1 fará a ligação entre Itajaí, a Costa Leste dos Estados Unidos, o Caribe e o Norte da América do Sul, conectando o terminal catarinense a importantes mercados internacionais, como Houston e Cartagena.

Já a linha BOSSA NOVA/SIRIUS 1 reforçará a integração logística com o Mediterrâneo, utilizando hubs estratégicos como Algeciras e Tanger Med, considerados relevantes pontos de distribuição global.

Com isso, o Porto de Itajaí passa a contar com 12 linhas regulares de navegação internacional, ampliando sua relevância para operações de exportação e importação de cargas refrigeradas, proteínas animais e produtos do agronegócio.

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JBS investe R$ 9 milhões para ter operação logística própria

Para acompanhar o avanço das operações, a JBS Terminais também confirmou investimento de aproximadamente R$ 9 milhões na aquisição de 25 caminhões destinados exclusivamente às operações internas do terminal.

Os veículos serão utilizados no transporte de contêineres entre o cais e a área de armazenagem, permitindo que a companhia opere com logística 100% própria dentro do porto.

A entrega dos caminhões está prevista até o final de maio, com início gradual das operações ao longo de junho.

Segundo a empresa, o novo aporte integra a estratégia de expansão operacional do terminal e busca aumentar a eficiência logística diante do crescimento contínuo da movimentação de cargas.

Porto de Itajaí registra maior movimentação da história

Desde que assumiu a operação do terminal, a JBS Terminais vem registrando crescimento consistente na movimentação portuária.

De acordo com a companhia, a média de expansão mensal alcança cerca de 12% no volume de TEUs — unidade equivalente a um contêiner de 20 pés.

Em abril, o terminal atingiu a maior movimentação mensal de sua história, superando 44,8 mil TEUs movimentados.

O presidente da JBS Terminais, Aristides Russi Junior, destacou que a empresa já investiu cerca de R$ 230 milhões desde outubro de 2024 na retomada das operações do Porto de Itajaí, que permaneceu praticamente paralisado por quase dois anos.

“Os investimentos e a ampliação das rotas fazem parte da nossa estratégia de crescimento operacional e fortalecem a importância do Porto de Itajaí na logística aquaviária nacional”, afirmou.

Estrutura fortalece Santa Catarina como polo logístico do agronegócio

Atualmente, o terminal opera com uma estrutura considerada estratégica para o comércio exterior brasileiro.

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O Porto de Itajaí conta com 180 mil metros quadrados de área operacional, 1.030 metros de cais, quatro berços com profundidade de 14 metros, além de 1.705 tomadas para contêineres refrigerados e oito gates reversíveis.

A estrutura reforça a competitividade de Santa Catarina nas exportações de proteínas animais, alimentos refrigerados e produtos do agronegócio, segmentos que dependem de eficiência logística e agilidade no fluxo internacional de cargas.

Com a ampliação das rotas e os novos investimentos, a expectativa do setor é de fortalecimento ainda maior da posição do Porto de Itajaí como um dos principais corredores logísticos do Sul do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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