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Dólar recua para abaixo de R$ 5 após corte da Selic e movimenta mercados; Ibovespa reage com alta

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O dólar iniciou esta quinta-feira (30) em queda frente ao real, refletindo a repercussão da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano. O movimento também ocorre em meio à formação da Ptax de fim de mês e à expectativa por novos indicadores econômicos no Brasil e no exterior.

Por volta das 9h16, o dólar à vista recuava 0,42%, sendo cotado a R$ 4,9810 na venda. Já às 10h45, a moeda seguia em trajetória de baixa, com queda de 0,26%, negociada a R$ 4,9883.

No mercado futuro, o contrato de dólar para junho — o mais líquido na B3 — apresentava desvalorização de 0,24%, aos R$ 5,0160.

Reação ao Copom e ajuste técnico

A queda do dólar ocorre após uma sessão anterior de alta. Na quarta-feira (29), a moeda norte-americana encerrou com valorização próxima de 0,40%, ao redor de R$ 5,00, refletindo cautela antes da decisão do Banco Central.

Com o corte da Selic confirmado, o mercado passou a ajustar posições, avaliando os próximos passos da política monetária e seus impactos sobre o diferencial de juros — fator importante para o fluxo de capital estrangeiro.

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Além disso, a formação da Ptax, taxa de referência usada em contratos e balanços, aumenta a volatilidade no câmbio neste último dia útil do mês.

Cenário externo e indicadores no radar

O ambiente internacional também influencia diretamente o comportamento do dólar. Investidores acompanham, nesta sessão, dados relevantes dos Estados Unidos, incluindo números de crescimento econômico e inflação.

As tensões geopolíticas e a oscilação dos preços do petróleo reforçam a cautela global, impactando moedas emergentes como o real.

No Brasil, dados do mercado de trabalho também entram no radar, ajudando a calibrar as expectativas para a economia doméstica.

Ibovespa se recupera após queda

Na bolsa brasileira, o dia é de recuperação. Após cair 2,05% na sessão anterior, o Ibovespa avançava 0,96% por volta das 10h45, aos 186.520 pontos.

O movimento reflete uma recomposição de preços, com investidores aproveitando oportunidades após a queda recente, além de uma leitura mais construtiva sobre o cenário de juros.

Desempenho acumulado
  • Dólar:
    • Semana: +0,07%
    • Mês: -3,42%
    • Ano: -8,88%
  • Ibovespa:
    • Semana: -3,14%
    • Mês: -1,45%
    • Ano: +14,66%
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Perspectivas para o agro e economia

Para o agronegócio, a movimentação do dólar segue sendo um fator estratégico, especialmente para exportadores. A moeda abaixo de R$ 5 pode reduzir a competitividade externa no curto prazo, mas também contribui para aliviar custos de insumos importados, como fertilizantes e defensivos.

O mercado deve continuar sensível às decisões de política monetária, ao fluxo internacional de capitais e aos dados macroeconômicos, mantendo o câmbio volátil nas próximas sessões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Conectividade 4G e 5G no campo cresce 81% no Brasil e acelera digitalização do agronegócio

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A cobertura de redes móveis 4G e 5G em áreas agrícolas do Brasil registrou crescimento expressivo entre 2024 e 2025, avançando de 18,7% para 33,9%, segundo o Indicador de Conectividade Rural da ConectarAGRO. O aumento de 81% evidencia a aceleração da transformação digital no campo e em setores que dependem de operações distribuídas em larga escala.

A expansão da conectividade ocorre em um momento em que a digitalização de cadeias produtivas ganha força no país. Setores como agronegócio, logística, energia e utilities ampliam investimentos em automação, análise de dados e sistemas de monitoramento em tempo real, impulsionados pela maior disponibilidade de redes móveis em áreas antes com baixa cobertura.

Conectividade impulsiona gestão inteligente no agronegócio e na logística

Com o avanço do 4G e 5G, cresce também o volume de dados gerados por máquinas, veículos e equipes em campo. No agronegócio, a conectividade já permite maior integração entre operações agrícolas, gestão de frotas e sistemas de monitoramento remoto, ampliando a eficiência operacional.

A logística brasileira, que movimenta cerca de R$ 1,5 trilhão por ano, também é um dos principais setores beneficiados pela evolução da conectividade. O uso de dados em tempo real permite otimizar rotas, reduzir custos operacionais e melhorar a previsibilidade das entregas, especialmente em um país de dimensões continentais.

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Dados em tempo real se tornam ativos estratégicos nas operações

A digitalização das operações transformou veículos e máquinas em fontes contínuas de informação. Dados de localização, desempenho, consumo de combustível, manutenção e segurança passaram a ser coletados em tempo real, permitindo maior controle operacional.

No entanto, o principal desafio das empresas não está mais na coleta de dados, mas na capacidade de transformar essas informações em decisões rápidas e eficientes. A visibilidade operacional passou a ser um diferencial competitivo em mercados cada vez mais dinâmicos.

Segundo especialistas do setor, o acesso imediato às informações permite reduzir o tempo de inatividade, melhorar o planejamento logístico e aumentar a eficiência no uso de recursos, especialmente em operações distribuídas.

Operações em campo exigem tecnologia robusta e conectividade contínua

A necessidade de acesso contínuo a dados é ainda mais crítica em setores que atuam em ambientes remotos ou de alta complexidade operacional, como mineração, energia, utilities, transporte e agronegócio.

Nesses segmentos, a continuidade das operações depende diretamente da capacidade de comunicação entre campo e centros de controle. Por isso, cresce o uso de dispositivos robustos, projetados para suportar condições extremas e garantir acesso a sistemas corporativos mesmo em ambientes adversos.

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Além de ampliar a produtividade, essas soluções contribuem para a segurança operacional, reduzem falhas e aceleram a resolução de incidentes, fatores essenciais para operações de grande escala.

Transformação digital redefine gestão de frotas e operações móveis

A evolução da conectividade e o aumento do volume de dados disponíveis estão redefinindo a gestão de frotas no Brasil. O foco das empresas deixa de ser apenas a mobilidade e passa a ser a inteligência operacional baseada em dados.

Nesse contexto, a capacidade de transformar informações em decisões estratégicas se torna determinante para aumentar a eficiência, reduzir custos e garantir competitividade em um ambiente cada vez mais digital e integrado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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