AGRONEGÓCIO
Eldorado Brasil encerra inscrições para programa de estágio “Super Talentos 2026” nesta segunda-feira (15)
AGRONEGÓCIO
Prazo final para inscrições no Super Talentos 2026
A Eldorado Brasil Celulose encerra nesta segunda-feira, 15 de dezembro, as inscrições para o programa de estágio Super Talentos 2026, voltado a estudantes universitários que desejam iniciar a carreira em uma das maiores produtoras de celulose do mundo.
Ao todo, são 21 vagas distribuídas entre as unidades de Três Lagoas (MS), São Paulo, Santos e Andradina (SP). O programa tem duração de 12 meses e oferece uma experiência prática em um ambiente de inovação e sustentabilidade, marca registrada da companhia.
Quem pode participar
Podem se inscrever estudantes a partir do 5º semestre da graduação, com disponibilidade para estagiar presencialmente de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h.
A Eldorado busca talentos de diferentes áreas, incluindo:
- Engenharias: Florestal, Civil, de Produção, Química, Elétrica, Mecânica, Mecatrônica, da Computação e Automação;
- Tecnologia da Informação: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas de Informação e Ciência da Computação;
- Gestão e Finanças: Administração, Ciências Contábeis e Economia;
- Ciências Agrárias e Biológicas: Agronomia e Biologia;
- Análise de Dados e outras áreas correlatas.
Benefícios e oportunidades de desenvolvimento
O programa Super Talentos oferece uma série de benefícios aos participantes, entre eles:
- Bolsa-auxílio compatível com o mercado;
- Assistência médica e seguro de vida;
- Vale-refeição ou alimentação;
- Auxílio-transporte ou transporte fretado;
- Acesso a programas internos de educação, bem-estar e qualidade de vida.
Além disso, o estágio proporciona imersão na cultura corporativa da Eldorado, com foco em inovação, desenvolvimento técnico e habilidades de liderança.
Compromisso com diversidade e inclusão
A Eldorado reforça que o Super Talentos 2026 é um programa voltado à diversidade e inclusão, buscando candidatos engajados, criativos e comprometidos com o futuro sustentável, independentemente de raça, gênero, cor ou condição física.
As inscrições seguem abertas até 15 de dezembro de 2025, e o início da nova turma está previsto para abril de 2026.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%
A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.
Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.
Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.
A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.
Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.
A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.
O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.
A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.
Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.
A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.
A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.
O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.
O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.
Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.
A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.
Fonte: Pensar Agro
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura nas Ruas acompanha demandas de infraestrutura em diferentes comunidades de Rio Branco
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco articula com Cedim criação de organismo de políticas para as mulheres na capital
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco celebra aniversário do bairro Aeroporto Velho e anuncia reforma do Centro Cultural Lydia Hammes
-
SEM CATEGORIA2 dias atrásCombate à violência contra a mulher é tema de programação especial no Saerb
-
SEM CATEGORIA6 dias atrásPrefeitura de Rio Branco mantém 12 frentes de serviços nas ruas de Rio Branco neste sábado
-
TJ AC6 dias atrásAções do TJAC fortalecem o diálogo sobre a proteção de estudantes no Acre
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásNota Informativa: Prefeitura de Rio Branco obtém decisão favorável em ação movida pela Viação Aquiry
-
AGRONEGÓCIO7 dias atrásInteligência artificial leva dieta sob medida a bois e suínos