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Estágio Corteva Agriscience 2026: inscrições encerram em 31 de maio com vagas em agronomia e engenharia agronômica

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A multinacional Corteva Agriscience está na fase final de inscrições para o seu Programa de Estágio 2026. Os interessados têm até o dia 31 de maio para se candidatar às vagas disponíveis por meio da plataforma da Companhia de Estágios. A previsão de início das atividades dos selecionados é agosto de 2026.

O programa é voltado para estudantes de agronomia e engenharia agronômica que estejam aptos ao estágio obrigatório, com oportunidades distribuídas em diferentes regiões do Brasil.

Programa de estágio da Corteva oferece 21 vagas e atuação em áreas estratégicas do agro

Ao todo, são 21 vagas abertas, com atuação em setores essenciais da companhia, incluindo:

  • Comercial
  • Comercial de Campo
  • Pesquisa & Desenvolvimento
  • Produção de Sementes
  • Proteção de Cultivos

Os estagiários terão jornada de 8 horas diárias, totalizando 40 horas semanais, em um ciclo de estágio com duração de seis meses.

De acordo com a empresa, o objetivo é proporcionar uma experiência prática e imersiva no agronegócio, conectando os estudantes às principais demandas do setor produtivo.

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Desenvolvimento profissional e foco em inovação no agronegócio

Segundo a diretora de Recursos Humanos da Corteva, Claudia Pohlmann, o programa se consolida como uma importante porta de entrada para jovens talentos no setor.

A executiva destaca que a iniciativa prepara os estudantes para desafios reais do agronegócio brasileiro, com ênfase em inovação, tecnologia e sustentabilidade.

Durante o estágio, os participantes são estimulados a desenvolver seu potencial máximo dentro das atividades práticas e da rotina corporativa.

Processo seletivo inclui etapas técnicas e comportamentais

O processo de seleção é composto por diversas etapas, incluindo:

  • Inscrição online
  • Apresentações
  • Painéis de avaliação
  • Estudos de caso
  • Entrevistas

A estrutura busca identificar candidatos alinhados às competências técnicas e comportamentais exigidas pela companhia.

Benefícios incluem bolsa de R$ 2.920 e pacote completo de apoio ao estagiário

O programa oferece uma bolsa-auxílio mensal de R$ 2.920, além de um pacote de benefícios voltado ao bem-estar e desenvolvimento dos estagiários, incluindo:

  • Assistência médica e odontológica
  • Subsídio farmácia
  • Auxílio transporte
  • Auxílio refeição
  • Auxílio internet
  • Seguro de vida
  • Plataforma Wellhub
  • Apoio psicológico, jurídico e financeiro
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Trilha de desenvolvimento e capacitação contínua

O Programa de Estágio da Corteva conta com uma trilha estruturada de desenvolvimento técnico e comportamental, baseada em:

  • Experiências práticas no negócio
  • Capacitações contínuas
  • Acompanhamento de mentores e gestores
  • Feedbacks periódicos durante toda a jornada

Além disso, os participantes têm acesso a plataformas de aprendizagem, como o LinkedIn Learning, e ferramentas de estudo de inglês, permitindo desenvolvimento flexível e alinhado às necessidades individuais.

O programa reforça o compromisso da Corteva com a formação de profissionais preparados para atuar em um agronegócio cada vez mais tecnológico, competitivo e sustentável.

Programa de Estágio Corteva 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%

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O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.

Compradores aguardam maior oferta da safrinha

Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.

A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.

Clima segue no radar dos agentes do mercado

As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.

O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.

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Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.

Relatório do USDA influencia expectativas globais

No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.

A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.

Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam

Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.

A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.

Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:

  • Alta de 57,9% na receita média diária;
  • Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
  • Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.

O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.

Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.

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Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:

  • Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
  • Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
  • Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
  • Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
  • Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.

A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.

Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses

O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.

Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.

Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.

Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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