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ExpoBrahman 2025 reúne criadores de todo o Brasil e jurado internacional em Uberaba

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A 21ª Exposição Internacional da Raça Brahman (ExpoBrahman) será realizada entre os dias 13 e 19 de outubro, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG), em paralelo à Expoinel, Expoleite e Expogil. O evento promete reunir criadores da raça de todas as regiões do país, além de comitivas internacionais interessadas na genética Brahman brasileira.

Segundo Gustavo Rodrigues, presidente da Associação dos Criadores de Brahman do Brasil (ACBB), a raça tem registrado alta demanda no mercado devido aos excelentes resultados em cruzamentos e provas zootécnicas. “Recentemente, encerramos uma avaliação de touros que comprovou alto desempenho em ganho de peso, qualidade de carcaça, eficiência alimentar e fertilidade”, afirma.

Competições de pista e campo destacam funcionalidade e desempenho

A abertura oficial da exposição será no dia 14 de outubro, às 10h. Com 175 animais inscritos, as competições começam no dia 15, às 8h, com o Brahman a Campo, modalidade exclusiva da ACBB que avalia o desempenho dos animais em ambientes de pasto, simulando situações da pecuária extensiva de corte. A competição ocorrerá em dois dias.

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O Julgamento de Pista, destinado a avaliar animais de elite, acontece de 16 a 18 de outubro, com a escolha dos Grandes Campeões da ExpoBrahman. A seleção dos campeões será conduzida pelo jurado paraguaio Mário Rempel, membro da Comissão Técnica da Raça Brahman no Paraguai e criador da raça em seu país.

Homenagens aos jurados internacionais

No dia 16 de outubro, a partir das 19h, o Conselho Técnico da ACBB prestará homenagem aos jurados que avaliaram a raça fora do Brasil, reconhecendo sua contribuição para a divulgação e valorização internacional da genética Brahman. Entre os homenageados estão: Carlos Eduardo Nassif, Célio Arantes Heim, Gregorio Domingo Oropeza Guillen, José Otávio Lemos, Izarico Camilo Neto, Lucyana Malossi Queiroz, Mariana Alencar, Sérgio Lúcio Villalon e Tatiane Almeida Drummond Tetzner.

O presidente do Conselho Técnico, Fernando Pereira, destaca que “os jurados brasileiros têm levado informações sobre a raça para outros países, mostrando os avanços alcançados em 30 anos de seleção no Brasil, o que aumenta o interesse internacional pela nossa genética Brahman”.

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Leilão Genética do Futuro oferece oportunidades de negócios

O evento também contará com o Leilão Genética do Futuro, promovido pelos criatórios Portobello e Terra Verde, que será realizado no dia 17 de outubro, às 20h, no Kiosk Armazém do Boi, dentro do Parque Fernando Costa. O leilão reunirá exemplares selecionados da raça, oferecendo oportunidade de negócios para criadores e investidores interessados em genética de alta performance.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safrinha de milho 2026: colheita começa em Goiás com produtividade abaixo do potencial após estiagem

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A colheita da segunda safra de milho 2026 começou no sudoeste de Goiás e já revela os desafios enfrentados pelos produtores ao longo do ciclo. Embora as primeiras áreas apresentem produtividade satisfatória, os impactos da estiagem registrada durante o desenvolvimento das lavouras devem limitar o potencial produtivo da safra no estado.

Na área de atuação da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), cerca de 1% dos 1,1 milhão de hectares cultivados já foram colhidos. Em Rio Verde, principal polo agrícola da região, os trabalhos avançam sobre aproximadamente 3% dos 400 mil hectares plantados com milho safrinha.

Primeiras áreas apresentam bons resultados

Segundo informações do departamento técnico da cooperativa, as áreas consideradas mais favorecidas apresentaram produtividade inicial em torno de 7.200 quilos por hectare, resultado considerado positivo para o início da colheita.

Entretanto, a expectativa é que esse desempenho não represente a realidade da maior parte das lavouras que ainda serão colhidas.

A falta de chuvas em momentos decisivos do ciclo comprometeu o desenvolvimento das plantas em diversas regiões produtoras, reduzindo significativamente o potencial produtivo da safra.

“Os primeiros resultados são de áreas nobres, que receberam melhores condições de desenvolvimento. A tendência é de redução dos rendimentos médios à medida que a colheita avance”, avaliam técnicos da cooperativa.

Chuvas recentes podem atrasar os trabalhos

As precipitações registradas no último fim de semana no sudoeste goiano devem provocar uma desaceleração temporária da colheita.

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A expectativa é que o excesso de umidade no campo possa interromper ou reduzir o ritmo das operações por até dez dias em algumas áreas.

Apesar disso, as chuvas chegam tarde para reverter as perdas já consolidadas nas lavouras afetadas pela seca.

Os produtores seguem concentrados na retirada dos grãos do campo e na avaliação dos impactos efetivos sobre a produtividade final da safra.

Estiagem reduz expectativa de rendimento

De acordo com as projeções do setor técnico, a produtividade média da região deve ficar próxima de 4.200 quilos por hectare, número significativamente inferior ao observado nas áreas mais produtivas colhidas neste início de safra.

O resultado reflete principalmente os efeitos da irregularidade climática registrada durante os meses de desenvolvimento das lavouras.

A redução dos rendimentos preocupa produtores e cooperativas, especialmente diante do aumento dos custos de produção observado ao longo do ciclo agrícola.

Produção de Goiás deve cair mais de 3 milhões de toneladas

Levantamento mais recente da Safras & Mercado aponta uma redução expressiva na produção de milho safrinha em Goiás na temporada 2026.

A estimativa é de uma colheita de 12,592 milhões de toneladas, volume inferior às 16,058 milhões de toneladas obtidas em 2025.

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A queda representa uma retração superior a 21% na produção estadual.

O cenário chama atenção porque ocorre mesmo com o aumento da área cultivada.

Área cresce, mas produtividade recua

Segundo as projeções, a área destinada ao milho safrinha em Goiás deverá alcançar 2,421 milhões de hectares em 2026, crescimento de 1,2% em relação aos 2,392 milhões de hectares registrados no ciclo anterior.

No entanto, o avanço da área não foi suficiente para compensar as perdas causadas pelo clima adverso.

A produtividade média estadual está estimada em 5.200 quilos por hectare, abaixo dos 6.712 quilos por hectare registrados na safra passada.

Mercado acompanha impacto da quebra produtiva

A redução da produção goiana ocorre em um momento estratégico para o mercado brasileiro de milho. Goiás é um dos principais estados produtores do país e tem papel fundamental no abastecimento interno, na formação dos estoques e nas exportações.

Com a colheita ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado acompanhará de perto os resultados efetivos das lavouras para medir o impacto da quebra produtiva sobre a oferta nacional.

Apesar das perdas registradas em parte das áreas, a expectativa é de que o avanço da colheita traga maior clareza sobre o tamanho da safra e contribua para a definição dos movimentos de preços no segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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