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Fazenda em MS registra lucro de mais de R$ 2 mil por hectare em projeto de recria a pasto

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A Fazenda Paraíso, localizada em Paraíso das Águas (MS), obteve um lucro de R$ 2.045,60 por hectare em projeto de recria a pasto durante o período de águas 2024/2025. O resultado foi alcançado com a parceria da Premix, que aplicou uma estratégia nutricional voltada à eficiência e ao baixo custo de produção, destacando o potencial de alta rentabilidade da pecuária de corte.

Desempenho zootécnico do projeto

O projeto acompanhou 229 bois da raça Nelore durante 211 dias, de novembro de 2024 a junho de 2025, com suplementação do produto Campo Águas 20A. O ganho médio diário (GMD) registrado foi de 0,886 kg, com peso médio inicial de 300 kg e peso final de 487 kg, resultando em 6,23 arrobas por animal no período.

O custo nutricional total foi de R$ 76,65 por animal, equivalente a apenas R$ 10,95 por mês, gerando R$ 20,14 por arroba produzida. O retorno financeiro por cabeça atingiu R$ 1.579,09, reforçando a eficiência da suplementação estratégica aplicada.

Acompanhamento técnico garante resultados consistentes

O monitoramento do projeto incluiu visitas mensais e treinamento da equipe da fazenda, conduzido pelo consultor técnico Nathan Cavalcante e pelo representante comercial Lucas Spigosso. “O excelente resultado reflete o comprometimento de todos, principalmente da equipe da fazenda, que atua diariamente com os animais”, afirma Cavalcante.

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O proprietário da fazenda, Marco Antonio Bindilatti, destaca a combinação de fatores que contribuiu para o sucesso: “O manejo correto, as chuvas acima da média no período de águas e a suplementação de precisão de baixo custo consolidaram o excelente desempenho da propriedade”.

Modelo de referência para a pecuária de corte

O projeto da Fazenda Paraíso serve como exemplo de como a pecuária de corte pode unir produtividade e rentabilidade, com custos controlados e suplementação estratégica. “Agradecemos a parceria dos proprietários, que confiaram no projeto iniciado em 2023. Desde então, temos colhido resultados consistentes, mostrando que a pecuária pode ser tão competitiva quanto qualquer outra cultura agrícola”, conclui Cavalcante.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de pescado caem 54% e setor se preocupa com novo tarifaço

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A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem em 25% as tarifas sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano surge em um momento de retração das vendas externas da piscicultura. Dados do Departamento de Economia Rural (Deral) mostram que as exportações de pescados do Paraná caíram 54% no primeiro quadrimestre de 2026, totalizando cerca de 1,2 mil toneladas embarcadas.

O Paraná lidera a produção nacional de tilápia e concentra parte relevante das exportações brasileiras da espécie. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes de cultivo, das quais aproximadamente 660 mil toneladas foram de tilápia, segundo dados da Peixe BR.

A tilápia respondeu por mais de 86% dos embarques paranaenses no período. Os Estados Unidos permanecem como principal destino do produto brasileiro, fator que aumenta a atenção do setor às discussões comerciais em andamento no mercado norte-americano.

O novo tarifaço dos EUA ainda está em fase de consulta pública e os produtos que poderão ser atingidos não foram oficialmente definidos. Mesmo assim, o tema já mobiliza exportadores de diferentes segmentos do agronegócio devido ao peso do mercado norte-americano nas vendas externas brasileiras.

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A queda registrada no Paraná interrompe uma trajetória de expansão observada nos últimos anos, período em que o Estado consolidou sua posição como principal produtor nacional de tilápia e ampliou sua participação nas exportações de pescado.

Representantes da cadeia produtiva avaliam que a definição sobre as tarifas poderá influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses, especialmente em segmentos com forte concentração de vendas para os Estados Unidos.

Fonte: Pensar Agro

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