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Festival do Morango e Beerland transformam São Gonçalo em polo gastronômico de 13 a 15 de março

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O público da Região Metropolitana do Rio de Janeiro já tem motivo para celebrar. Entre os dias 13 e 15 de março, o São Gonçalo Shopping será palco de dois grandes eventos gastronômicos: o Festival do Morango e o Beerland – Festival de Cervejas Artesanais. A programação é gratuita e acontece das 12h às 22h, reunindo sabores, aromas e experiências únicas para todos os públicos.

Festival do Morango traz cardápio criativo e experiências instagramáveis

Com foco na versatilidade da fruta mais querida da estação, o Festival do Morango promete encantar o público com um menu variado e artesanal, que coloca o morango como estrela principal em combinações doces e salgadas.

Entre as delícias disponíveis, estão fondue de morango, taças recheadas, tortas artesanais, pavês, crepes, churros, waffles e milk-shakes. Além dos tradicionais doces, o evento também apresenta pratos salgados com morango como ingrediente especial, explorando a tendência gastronômica que une contrastes de sabor e sofisticação.

Outro destaque é o cuidado com a qualidade e o frescor dos ingredientes. Os morangos são selecionados e preparados na hora, garantindo sabor autêntico e textura perfeita. O evento também aposta em um ambiente decorado e instagramável, ideal para famílias, casais e amigos que buscam lazer e experiências compartilháveis nas redes sociais.

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Beerland oferece rótulos artesanais e experiências sensoriais

Paralelamente, o Beerland – Festival de Cervejas Artesanais apresenta uma curadoria especial de rótulos nacionais, reunindo estilos que vão desde as cervejas leves e refrescantes até as mais encorpadas e intensas.

A proposta é atender tanto o público que está conhecendo o universo da cerveja artesanal quanto os apreciadores mais exigentes. A variedade de sabores e perfis sensoriais torna o evento uma oportunidade para descobrir novos rótulos e harmonizações gastronômicas.

Gastronomia e entretenimento em um só lugar

A união do Festival do Morango com o Beerland transforma o São Gonçalo Shopping em um verdadeiro polo gastronômico e cultural, com foco em democratizar o acesso a experiências de qualidade e fortalecer o turismo regional por meio da gastronomia.

Com entrada gratuita e programação diversificada, o evento promete movimentar o público local e regional, unindo sabores, diversão e boa música em um fim de semana repleto de experiências sensoriais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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