AGRONEGÓCIO
FMC lança Sofero™ Fall, tecnologia biológica inédita no controle da lagarta-do-cartucho
AGRONEGÓCIO
FMC apresenta inovação biológica em série de eventos pelo país
A FMC, multinacional de ciências para a agricultura, iniciou uma série de eventos técnicos pelo Brasil para apresentar oficialmente ao mercado o Sofero™ Fall, um feromônio biológico inédito voltado ao manejo da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) no milho.
A agenda teve início em 6 de novembro, em Alta Floresta (MT), e segue até janeiro de 2026, passando por importantes polos agrícolas como Primavera do Leste (25/11), Rondonópolis (27/11) e Alfenas (27/11). As apresentações também já ocorreram em Sapezal, Sorriso, Campo Novo do Parecis e Uberlândia, com a participação de especialistas da FMC e consultores convidados, entre eles Jacqueline Ferreira (EPR), Clerison Perini (Proteplan), Marcio Goussain (Assist Consult) e Otávio Menezes (Juliagro).
O projeto tem o propósito de estreitar o relacionamento com produtores e trocar experiências técnicas, mostrando na prática como a nova solução pode se tornar aliada essencial no manejo preventivo e sustentável de pragas.
Tecnologia baseada em feromônio inaugura nova era no controle da Spodoptera
O Sofero™ Fall é uma inovação biológica disruptiva, desenvolvida com tecnologia à base de feromônio — substâncias naturais que interferem no comportamento reprodutivo da praga, dificultando o acasalamento e reduzindo gradualmente sua população nas lavouras.
Diferente dos produtos convencionais, o Sofero™ Fall atua de forma preventiva, interrompendo o ciclo de reprodução antes que as larvas causem danos significativos ao milho.
A formulação utiliza a tecnologia patenteada de microencapsulação da FMC, que proporciona maior estabilidade, eficácia prolongada e melhor desempenho em campo. O produto é altamente seletivo, não afeta inimigos naturais e integra-se facilmente ao Manejo Integrado de Pragas (MIP), podendo ser aplicado por via terrestre ou aérea em áreas a partir de 10 hectares.
Resultados em campo comprovam ganhos expressivos de produtividade
Durante a última safra, a FMC testou o Sofero™ Fall em mais de 40 áreas demonstrativas nos estados de Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais e Goiás. Os resultados indicaram ganhos de produtividade entre 60 e 120 sacas por hectare, confirmando o alto potencial de retorno econômico e a eficiência no controle da praga.
Inovação, sustentabilidade e proximidade com o produtor
De acordo com Alexandre Frateschi, diretor de Plant Health da FMC para a América Latina, o lançamento do Sofero™ Fall representa um marco na proteção das lavouras brasileiras:
“O Sofero™ Fall vai além do combate à praga — ele antecipa ameaças, preserva o potencial produtivo e contribui para uma agricultura mais sustentável e responsável”, afirmou.
Frateschi também destacou a importância dos encontros presenciais com agricultores:
“Esses eventos reforçam nosso compromisso de estar lado a lado com o produtor, compartilhando conhecimento, ouvindo as demandas do campo e apresentando soluções que unem tecnologia, produtividade e sustentabilidade.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil
A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.
De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.
Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado
Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.
Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.
Indústria compra apenas para reposição imediata
Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.
Exportações perdem competitividade com queda do dólar
No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.
Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.
Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques
Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.
Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.
Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado
O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.
Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.
Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025
No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.
Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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