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Holding em testamento: saiba como essa estratégia pode organizar a sucessão patrimonial

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O que é uma holding familiar

A holding familiar é uma pessoa jurídica criada para administrar e proteger o patrimônio de uma família, facilitando a transmissão de bens aos herdeiros e simplificando procedimentos como inventário.

Ao invés de manter imóveis e ações no nome de indivíduos, esses ativos são integralizados no capital social da holding, permitindo:

  • Proteção patrimonial: separa os bens pessoais das responsabilidades operacionais da empresa;
  • Gestão centralizada: a administração dos ativos familiares fica concentrada;
  • Planejamento tributário: possibilidade de reduzir impostos sobre aluguéis, vendas e sucessão.
A função do testamento

O testamento é um instrumento legal e revogável que permite ao titular declarar sua última vontade sobre a distribuição de bens após sua morte. Ele garante que a parte disponível do patrimônio (50% no Brasil) seja destinada a pessoas específicas, respeitando a legítima dos herdeiros necessários (descendentes, ascendentes e cônjuge).

Como a holding e o testamento se conectam

O conceito de “holding em testamento” surge da interação entre holding familiar e testamento. Ao criar a holding, o titular transforma seus bens em quotas ou ações da empresa, que passam a ser objeto do testamento.

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O testamento, então, pode ser usado para:

  • Dispor sobre as quotas da holding;
  • Definir regras de governança e sucessão da administração da empresa;
  • Beneficiar pessoas específicas com a parte disponível do patrimônio.

Limites e cuidados

Embora a holding facilite a sucessão e, muitas vezes, reduza a necessidade de inventário, ela não abrange toda a totalidade do patrimônio. Bens não integralizados na holding e a metade legítima dos herdeiros necessários ainda precisarão ser formalmente inventariados.

Dessa forma, a estratégia de holding em testamento deve ser cuidadosamente planejada, respeitando a legislação vigente, para definir a destinação das quotas da holding e estabelecer regras claras para administração e sucessão dos bens familiares.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bubalinocultura ganha protagonismo na Megaleite 2026 com dinâmica de campo, degustação e 50 argolas para animais

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A bubalinocultura brasileira terá presença ampliada na Megaleite 2026, que será realizada entre os dias 2 e 6 de junho, no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). A Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB) prepara uma participação voltada à experiência prática no campo, com foco em integração entre criadores, técnicos, estudantes e consumidores.

A entidade estará instalada no estande P-34, no Galpão B-1, onde apresentará uma programação que inclui recepção ao público, encontros com representantes da cadeia produtiva e degustação de produtos derivados do leite de búfala.

Um dos destaques desta edição será a instalação de um pavilhão com 50 argolas para animais, ampliando a presença da espécie na exposição e fortalecendo a visibilidade da produção bubalina dentro da principal feira do setor leiteiro da América Latina.

Dinâmica de campo será novidade na programação da ABCB

A principal inovação da participação da ABCB na Megaleite 2026 será a realização de uma dinâmica prática voltada a criadores e estudantes. A atividade pretende simular situações do cotidiano da criação de búfalos, aproximando o público das rotinas de manejo e das práticas técnicas da atividade no campo.

Segundo o presidente da ABCB, Simon Riess, a proposta reforça o papel da feira como espaço de troca de conhecimento e atualização técnica.

“É com muita satisfação que a ABCB anuncia mais um ano de presença garantida na Megaleite, evento que reúne o expoente do rebanho nacional de raças leiteiras. É uma ótima oportunidade para a interação entre criadores, técnicos e o grande público consumidor. Este ano, vamos levar uma novidade, com uma dinâmica prática no nosso pavilhão, mostrando aos criadores e estudantes um pouco da realidade do campo”, destacou.

Bubalinocultura reforça espaço na cadeia leiteira brasileira

A participação dos búfalos na Megaleite também reflete o crescimento e a consolidação da atividade dentro da pecuária leiteira nacional. A organização do evento destaca que a presença da espécie contribui para ampliar a visão da cadeia produtiva do leite no Brasil.

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De acordo com o superintendente executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, entidade responsável pela feira, Celso Menezes, a bubalinocultura já ocupa espaço relevante no setor.

“O Brasil tem aproximadamente 2 milhões de búfalos, sendo mais de 200 mil cabeças destinadas à pecuária leiteira. A Megaleite sempre teve essa visão ampla da cadeia leiteira, por isso a bubalinocultura não poderia ficar de fora”, afirmou.

Leite de búfala ganha destaque na indústria de derivados

Além da produção em si, a cadeia do leite de búfala também se destaca pelo alto valor agregado de seus derivados. Segundo Menezes, a composição do leite contribui diretamente para a qualidade dos produtos industrializados.

“O leite das búfalas possui de 50% a 60% mais sólidos do que o leite bovino, além de maiores teores de fósforo e cálcio. Isso torna a matéria-prima muito valorizada, especialmente na produção de queijos”, explicou.

O crescimento do interesse da indústria pelos derivados do leite de búfala tem impulsionado a valorização da atividade, especialmente em nichos de mercado voltados à alta qualidade e diferenciação de produtos lácteos.

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Programação técnica reforça integração do setor

Além da dinâmica de campo e da exposição de animais, a ABCB também participará da programação técnica da Megaleite 2026, com palestras e atividades voltadas à capacitação de criadores e profissionais do setor.

A iniciativa integra a estratégia da entidade de ampliar o acesso à informação técnica, fortalecer a cadeia produtiva e aproximar a bubalinocultura do público da pecuária leiteira em geral.

Com isso, a participação na feira reforça o papel da ABCB na difusão de conhecimento e na valorização da criação de búfalos no Brasil, consolidando a presença da atividade em um dos principais eventos do agronegócio do leite na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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