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Leilão Casa Branca Top Class traz ao mercado fêmeas Nelore de alto valor genético

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A Casa Branca Agropastoril, um dos principais programas de melhoramento genético da raça Nelore, realiza seu tradicional leilão anual Casa Branca Top Class, destacando fêmeas premiadas com elevado potencial reprodutivo e produtivo.

Evento estratégico da pecuária de elite

O leilão será realizado nos dias 13 de março, às 20h, com transmissão ao vivo pelo Canal do Criador, e 14 de março, às 12h, pelo Canal Rural. O Top Class é considerado um dos eventos mais importantes do calendário da pecuária seletiva, reunindo animais com genética de ponta e linhagens consagradas.

Seleção criteriosa e qualidade genética

Nesta edição, os destaques incluem fêmeas das linhagens Donna e Carina, reconhecidas como algumas das matrizes mais valiosas da raça Nelore. Os animais passaram por avaliações rigorosas de desempenho, funcionalidade e genética. Entre os principais lotes está a Courchevel FIV CBA, eleita Grande Campeã na Expoinel Minas, considerada uma das novas estrelas da genética Casa Branca.

Democratização da genética de elite

Segundo Fabiana Marques Borrelli, diretora da Casa Branca Agropastoril:

“O Top Class é uma vitrine da evolução genética da Casa Branca. Ele democratiza o acesso às principais doadoras da raça, permitindo que diferentes perfis de investidores adquiram animais com base produtiva sólida e elevado potencial reprodutivo. Nosso objetivo é unir excelência, oportunidade e estratégia em um mesmo ambiente de negócios.”

Informações para interessados

Mais informações sobre o Leilão Casa Branca Top Class podem ser obtidas pelo telefone (11) 98877-8802.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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