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Mato Grosso registra recorde histórico de abates em novembro, apesar de menor oferta de animais

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O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou nesta segunda-feira (8) que os abates bovinos em Mato Grosso somaram 640,04 mil cabeças em novembro de 2025, segundo dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT).

Mesmo com uma queda de 10,52% em relação a outubro, o número representa o maior volume já registrado para o mês de novembro no estado, consolidando o protagonismo mato-grossense na pecuária de corte nacional.

Menor oferta de animais limita o volume mensal

De acordo com o Imea, a redução mensal dos abates está relacionada à menor oferta de animais terminados nas indústrias frigoríficas, especialmente de fêmeas, em função do período de monta, que ocorre no último trimestre do ano.

Essa fase, marcada pelo recolhimento das matrizes para reprodução, reduz a disponibilidade de fêmeas para abate, o que explica o recuo momentâneo na oferta de animais.

Acumulado do ano já supera 6,8 milhões de cabeças abatidas

Entre janeiro e novembro de 2025, o estado registrou 6,85 milhões de bovinos abatidos, o que representa um avanço de 0,27% em relação ao mesmo período de 2024.

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O resultado mantém Mato Grosso na liderança nacional de produção de carne bovina e reforça a eficiência do sistema produtivo, mesmo diante de oscilações sazonais no volume de abates.

Perspectivas apontam para recorde anual de abates

Para o fechamento de 2025, o Imea projeta recorde histórico no número total de animais abatidos em Mato Grosso. O desempenho deve ser impulsionado pelo maior contingente de bovinos confinados e pelo aumento da demanda por carne observado no segundo semestre do ano.

O instituto destaca ainda que o cenário de preços firmes e custos de produção mais estáveis tende a favorecer o ritmo das operações frigoríficas no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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