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Nitro e CESB fecham parceria para elevar produtividade e sustentabilidade da soja no Brasil

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Parceria une inovação e conhecimento técnico para impulsionar a soja brasileira

Com o objetivo de aumentar a produtividade e a sustentabilidade da soja no Brasil, a Nitro, empresa nacional especializada em nutrição, fisiologia e manejo biológico de plantas, firmou uma parceria estratégica com o Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB).

A aliança busca difundir práticas agronômicas comprovadas e conectar produtores rurais a soluções técnicas validadas, reforçando a importância da gestão baseada em dados e resultados auditados.

Integração de tecnologias e práticas validadas no campo

A parceria nasce em um momento de transformação técnica da agricultura brasileira, impulsionada pela integração de tecnologias agronômicas e uso inteligente de informações.

Segundo Pedro Torsone, diretor comercial da Nitro, “a evolução da produtividade depende da integração de tecnologias e da aplicação de práticas comprovadas. Ao lado do CESB, queremos ampliar o acesso dos produtores a informações técnicas confiáveis, que os ajudem a tomar decisões e construir sistemas produtivos mais eficientes”.

O acordo está diretamente relacionado ao Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, organizado pelo CESB, que em 2024 mobilizou mais de 34 mil participantes, com 980 áreas auditadas em 1.100 municípios brasileiros — consolidando-se como uma das maiores iniciativas de validação técnica da sojicultura no país.

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Bioinsumos e sustentabilidade ganham protagonismo

Além de promover o avanço técnico, a parceria também fortalece a adoção de bioinsumos, segmento que vem ganhando força no agronegócio nacional.

De acordo com a ANPII Bio, o mercado de bioinsumos deve crescer cerca de 60% até 2030, refletindo o aumento do uso de soluções biológicas integradas ao manejo produtivo.

Essas tecnologias trazem benefícios diretos para o desempenho das lavouras, como:

  • Maior eficiência na absorção de nutrientes;
  • Melhor desenvolvimento radicular;
  • Maior tolerância das plantas ao estresse climático;
  • Redução de impactos ambientais e melhoria da rentabilidade.
CESB: referência nacional em produtividade sustentável

Criado em 2008, o Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) atua de forma independente e sem fins lucrativos, reunindo pesquisadores, consultores e produtores comprometidos em estudar e validar práticas agrícolas que conciliem produtividade, sustentabilidade e rentabilidade.

O reconhecimento do CESB como referência no setor está na auditoria técnica e validação dos resultados produtivos, o que garante credibilidade e transparência às informações que orientam os produtores.

Para a Nitro, essa credibilidade reforça a importância de comunicar resultados concretos e mensuráveis. “O CESB é uma instituição respeitada por transformar conhecimento técnico em práticas aplicáveis no campo. Essa parceria amplia o debate e estimula a adoção de soluções realmente eficazes”, conclui Pedro Torsone.

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Fortalecimento da sojicultura nacional

Com essa parceria, Nitro e CESB reforçam o compromisso de integrar ciência, tecnologia e gestão eficiente em prol do desenvolvimento sustentável da sojicultura brasileira.

A expectativa é que o trabalho conjunto gere impactos positivos na produtividade, na eficiência agronômica e na rentabilidade das propriedades rurais em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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