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Noz-pecã ganha força no Brasil e setor projeta safra recorde em 2026

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Setor da noz-pecã chega fortalecido à Expoagro Afubra 2026

O setor da noz-pecã desembarca na Expoagro Afubra 2026 com perspectivas positivas, marcadas por crescimento, inovação e ampliação da presença internacional. O evento será realizado entre os dias 24 e 27 de março, em Rincão Del Rey, distrito de Rio Pardo (RS).

A expectativa é de uma safra recorde no Brasil, estimada em aproximadamente 7 mil toneladas, reforçando o avanço da pecanicultura no país.

Divinut apresenta soluções completas do campo ao mercado global

Referência no processamento e exportação de noz-pecã, a Divinut participa da feira levando um portfólio completo que abrange toda a cadeia produtiva.

Com sede em Cachoeira do Sul (RS), a empresa é reconhecida como a maior processadora de noz-pecã do Hemisfério Sul. Durante o evento, os visitantes poderão conferir:

  • Mudas de nogueira-pecã com alto potencial produtivo
  • Nozes in natura e descascadas
  • Óleo de noz-pecã
  • Tecnologias voltadas ao manejo e aumento da produtividade, como Formifita e Globonut
Troca de conhecimento e foco no crescimento do setor

Além da exposição de produtos, a empresa aposta na disseminação de conhecimento como estratégia para fortalecer a cadeia produtiva.

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O estande será um espaço para discussões sobre o cenário atual da pecanicultura, tendências de mercado e oportunidades de exportação. A Divinut já atua de forma consolidada em mercados da América do Norte, África, Ásia e Europa, com planos de expansão para a Oceania.

Certificações impulsionam competitividade internacional

O ano de 2025 marcou um avanço importante para a empresa no mercado global, com a conquista das certificações FSSC 22000 e ISO 9001.

Essas credenciais, exigidas por mercados mais rigorosos, colocam a Divinut em posição de destaque, sendo atualmente a única empresa de noz-pecã do Hemisfério Sul a reunir esse conjunto de certificações, reforçando seu padrão de qualidade e competitividade internacional.

Base produtiva robusta e modelo integrado

Outro diferencial estratégico está na estrutura produtiva. A empresa opera o maior viveiro de mudas de nogueira-pecã em raiz embalada do mundo.

Seu modelo integrado inclui:

  • Fornecimento de mudas com alta genética, incluindo híbridos norte-americanos
  • Assistência técnica contínua aos produtores
  • Garantia de compra da produção
Rede de produtores fortalece a pecanicultura no Sul do Brasil

Atualmente, a Divinut conta com mais de 5 mil produtores parceiros, em sua maioria agricultores familiares, distribuídos em cerca de 700 municípios da região Sul.

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Esse modelo contribui para consolidar a pecanicultura como uma alternativa consistente de diversificação e geração de renda no campo, posicionando o setor como uma atividade em plena expansão no Brasil.

Perspectivas positivas consolidam avanço do setor

Com crescimento da produção, investimentos em tecnologia e ampliação dos mercados externos, o setor da noz-pecã chega à Expoagro Afubra 2026 como um dos destaques do agronegócio brasileiro, reforçando seu potencial de desenvolvimento nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%

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O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.

Compradores aguardam maior oferta da safrinha

Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.

A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.

Clima segue no radar dos agentes do mercado

As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.

O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.

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Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.

Relatório do USDA influencia expectativas globais

No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.

A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.

Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam

Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.

A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.

Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:

  • Alta de 57,9% na receita média diária;
  • Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
  • Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.

O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.

Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.

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Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:

  • Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
  • Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
  • Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
  • Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
  • Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.

A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.

Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses

O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.

Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.

Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.

Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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