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Nutrição de alta performance é essencial para transformar genética em lucro na pecuária

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A genética bovina de alto valor é apenas um dos fatores que determinam o sucesso de um rebanho. Para transformar potencial genético em rentabilidade real, a nutrição direcionada e o manejo adequado são fundamentais.

Segundo José Leonardo Ribeiro, doutor em Agronomia e gerente de produtos de ruminantes da Guabi Nutrição e Saúde Animal, a combinação de genética e nutrição permite maior eficiência alimentar e ganho de peso, acelerando o tempo para o animal atingir o peso de abate ou a maturidade reprodutiva.

“Um aporte nutricional específico é essencial para que o animal expresse todo seu potencial genético, gerando resultados mais rápidos e maior retorno financeiro para os pecuaristas”, afirma Ribeiro.

Expogenética 2025 destaca nutrição e genética

A interseção entre genética, nutrição e lucratividade será o foco da 18ª Expogenética, maior exposição de animais zebuínos do Brasil, que acontece de 15 a 24 de agosto, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG).

No evento, a Guabi apresentará soluções nutricionais projetadas para maximizar o desempenho de touros e vacas de alto valor genético, oferecendo aos pecuaristas ferramentas para traduzir investimento genético em produtividade e rentabilidade.

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Suplementação específica para diferentes fases da criação

Para novilhas e vacas em reprodução, a empresa oferece suplementos como:

  • Guabiphos 90 Reprodução: com 9% de fósforo, para aumentar eficiência reprodutiva.
  • Guabiphos Performance: incorpora minerais orgânicos mais biodisponíveis, visando melhorar prenhez e peso ao desmame.
  • Guabitech Aditivado: mineral “adensado” com farelo vegetal, 18% de proteína bruta, ureia de liberação lenta e aditivos (probiótico e prebiótico), aumentando prenhez e peso de bezerros em desmame.

Para recria e engorda, os suplementos Guabitech 30 Secas (proteico) e Guabitech 30 Secas PE (proteico-energético) aceleram ganho de peso e taxas de prenhez, enquanto a Gordolot Piquete é indicada para vacas receptoras ou tourinhos de alto valor genético em semiconfinamento.

Ganhos comprovados com manejo nutricional

Ribeiro ressalta que suplementação adequada, combinada com manejo eficiente, como espaço de cocho e mão de obra qualificada, garante retorno financeiro e acelera o desempenho do rebanho.

“O ganho de peso adicional obtido com suplementação proteica-energética paga o investimento e ainda gera lucro ao pecuarista. Em fêmeas, medir taxa de prenhez, natalidade e peso na desmama é essencial para visualizar os benefícios da nutrição”, explica o gerente.

A abordagem estratégica da Guabi permite que os pecuaristas aproveitem melhor os nutrientes do pasto, reduzam perdas e aumentem a rentabilidade da fazenda, transformando a genética de ponta em resultados concretos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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