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Oferta alta pressiona preço do algodão, mas óleo segue valorizado

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O cenário do algodão em Mato Grosso segue sendo de muita oferta, pressionando as cotações para baixo. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o valor pago pela arroba caiu 1,7% na semana e fechou em R$ 108,28.

Isso acontece porque há bastante algodão disponível no estado: muitos produtores já entregaram a safra, e os estoques continuam elevados, deixando os compradores menos apressados para fechar negócio e, com isso, limitando qualquer subida de preço.

Enquanto o preço da pluma recua, o óleo de algodão vem valorizando. Em uma semana, o valor do óleo subiu 1% e chegou a R$ 6.085,71 por tonelada, mostrando que a procura segue firme, especialmente pelas indústrias de alimentos e também pelo setor de biodiesel.

Para o produtor rural, a lição é clara: preço depende de oferta e procura. Com muita pluma circulando, talvez seja hora de planejar com cuidado, seja segurando parte da produção para buscar melhores cotações mais adiante, seja aproveitando agora os bons preços pagos pelo óleo de algodão.

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Ficar de olho nos estoques, acompanhar os boletins do Imea e entender o ritmo do mercado são estratégias que ajudam a driblar a fase de pressão nos preços e buscar renda maior mesmo num cenário competitivo.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio impulsiona demanda por borracha e pneus reformados com foco em inovação, economia e sustentabilidade

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O agronegócio brasileiro estará entre os principais focos da Expobor 2026 e da Pneushow 2026, eventos que acontecem simultaneamente entre os dias 23 e 25 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. As feiras são consideradas as maiores da América Latina voltadas aos setores de artefatos de borracha e reforma de pneus, reunindo empresas, especialistas, fornecedores e representantes da indústria nacional.

A expectativa do setor é ampliar os debates sobre inovação tecnológica, sustentabilidade, economia circular e eficiência operacional no campo, temas cada vez mais estratégicos para o agronegócio brasileiro.

Segundo Reynaldo Lopes Megna, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha (Abiarb) e do Sindibor, os eventos se consolidaram como espaços importantes para geração de negócios e definição de tendências da cadeia produtiva.

“As feiras reúnem os principais líderes, fornecedores e compradores da cadeia da borracha e da reforma de pneus, ambiente onde se constroem relações comerciais e novas estratégias para o setor”, destacou durante encontro virtual com a imprensa agropecuária.

Borracha ganha importância na mecanização agrícola

Com o avanço da mecanização no campo, cresce também a demanda por componentes de borracha de alta performance utilizados em máquinas agrícolas, implementos e equipamentos industriais.

Entre os principais artefatos aplicados no agronegócio estão:

  • mangueiras;
  • correias transportadoras;
  • vedantes;
  • pisos industriais;
  • sistemas de amortecimento;
  • peças técnicas para máquinas agrícolas.
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Esses componentes desempenham papel essencial na produtividade do setor, especialmente em operações submetidas a condições severas de trabalho, exposição climática intensa e longas jornadas operacionais.

De acordo com Renato Cordeiro, head de Portfólio de Eventos B2B da Francal, o agronegócio se tornou um dos segmentos mais relevantes para a indústria da borracha no Brasil.

“As feiras irão apresentar soluções, tecnologias e tendências voltadas ao aumento da produtividade, eficiência operacional e sustentabilidade no campo”, afirmou.

Reforma de pneus avança no agro e reduz custos operacionais

Outro segmento em destaque será o mercado de reforma de pneus, especialmente voltado às operações agrícolas, transporte de cargas e usinas sucroenergéticas.

A prática vem ganhando espaço no agronegócio por proporcionar redução significativa dos custos de manutenção e maior aproveitamento da vida útil das carcaças.

No setor agropecuário, onde pneus representam uma parcela relevante das despesas operacionais, a reforma surge como alternativa estratégica para:

  • ampliar competitividade;
  • reduzir custos logísticos;
  • aumentar eficiência operacional;
  • diminuir impactos ambientais.

Além da economia financeira, a atividade está diretamente ligada aos conceitos de sustentabilidade e economia circular.

A reforma permite reduzir o descarte de resíduos sólidos, diminuir o consumo de matérias-primas e limitar as emissões de carbono associadas à fabricação de novos pneus.

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Sustentabilidade e inovação estarão no centro dos debates

A programação da Expobor 2026 e da Pneushow 2026 também abordará temas considerados prioritários para o futuro do agronegócio e da indústria brasileira.

Entre os principais assuntos previstos estão:

  • economia circular;
  • sustentabilidade industrial;
  • inovação tecnológica;
  • custos logísticos;
  • impactos geopolíticos nas matérias-primas;
  • competitividade da indústria nacional.

Os organizadores destacam que o cenário global exige cada vez mais eficiência, produtividade e adoção de tecnologias sustentáveis para garantir competitividade ao agronegócio brasileiro.

Eventos reforçam integração entre indústria e agro

A realização conjunta das feiras reforça a aproximação entre o setor industrial e o agronegócio, especialmente em áreas ligadas à mecanização, logística e manutenção de equipamentos agrícolas.

A Expobor 2026 é organizada pela Francal em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha (Abiarb) e o Sindibor. Já a Pneushow 2026 conta com realização da Associação Brasileira da Reforma de Pneus (ABR) e da Associação das Empresas Reformadoras de Pneus do Estado de São Paulo (Aresp).

Com o avanço da mecanização agrícola e a busca crescente por soluções sustentáveis, o setor de borracha e reforma de pneus deve ganhar ainda mais relevância dentro da cadeia produtiva do agronegócio nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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