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Phibro Saúde Animal lança solução imunomoduladora para camarões durante a Fenacam 2025 em Natal

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A Phibro Saúde Animal, referência global em soluções para saúde e nutrição animal, marcará presença na XXI Feira Nacional do Camarão (Fenacam), apresentando tecnologias voltadas ao fortalecimento sanitário da carcinicultura. O evento será realizado de 11 a 14 de novembro, no Centro de Convenções de Natal (RN), e contará com a parceria da distribuidora Innutri, com quem a Phibro dividirá o estande.

De acordo com Eduardo Urbinati, gerente de Negócios de Aquacultura da empresa, o compromisso da Phibro é apoiar os produtores na adoção de manejos eficientes e sustentáveis.

“Para que o camarão chegue à mesa do consumidor com qualidade e sabor, os produtores realizam um manejo criterioso, que inclui um plano nutricional adequado e o controle de doenças que podem comprometer a produção. Na Phibro, desenvolvemos soluções específicas para apoiar o setor nesse enfrentamento, que se intensifica a cada ano”, destaca o executivo.

Nordeste lidera a produção de camarão no país

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção anual de camarões no Brasil já supera 120 mil toneladas, com o Nordeste consolidado como principal polo nacional. Estados como Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte são responsáveis pela maior parte da produção, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional e garantindo a oferta de proteína de alta qualidade.

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PAQ-Protex: inovação natural para fortalecer o sistema imune

O grande destaque da Phibro na Fenacam será o PAQ-Protex, uma especialidade nutricional natural formulada com extratos vegetais. O produto atua de forma imunomoduladora, promovendo a saúde digestiva, aumentando a absorção de nutrientes e melhorando a conversão alimentar — fatores que favorecem o crescimento saudável dos camarões e ajudam a reduzir a presença de patógenos.

Segundo a empresa, o uso contínuo do PAQ-Protex contribui para otimizar o desempenho zootécnico e reforçar a resistência natural dos animais contra doenças, sendo uma alternativa eficaz dentro de programas de biosseguridade e manejo sustentável.

Outras soluções da Phibro em destaque

Além do PAQ-Protex, a Phibro apresentará o PAQ-Gro, outra especialidade nutricional que atua na redução do estresse e na melhoria da saúde geral dos camarões. A empresa também levará à feira a linha PhiShield, composta por vacinas autógenas para peixes, que permitem o desenvolvimento de soluções personalizadas de acordo com os desafios sanitários de cada produção aquícola.

“Nosso portfólio foi desenvolvido para oferecer ferramentas eficazes que impulsionam a produtividade com sustentabilidade, fortalecendo o sistema imunológico e garantindo melhor desempenho dos animais aquáticos”, reforça Urbinati.

Compromisso com a aquicultura sustentável

A presença da Phibro na Fenacam reforça o compromisso da companhia com o crescimento sustentável da aquicultura brasileira, setor que ganha cada vez mais relevância na economia nacional. A empresa aposta em pesquisa, inovação e manejo responsável como pilares para o avanço da carcinicultura, contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva e a segurança alimentar global.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

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O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos.

O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais.

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica.

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INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica.

“O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.”

“O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.”

“A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.”

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Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais.

No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor.

Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo.

Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas.

Fonte: Pensar Agro

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