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Plantio da safrinha de milho 2026 é concluído em Dourados (MS) com lavouras em bom estado

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O plantio da segunda safra de milho (safrinha) 2026 foi finalizado em Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, totalizando uma área de 157 mil hectares. As informações são do departamento técnico da NovaConsult – Serviços em Agronomia.

Lavouras apresentam bom desenvolvimento, apesar de pressão de pragas

De acordo com o engenheiro-agrônomo Raul Campos, as lavouras apresentam bom desempenho até o momento, mesmo diante da incidência de pragas, como a cigarrinha do milho.

Segundo ele, as condições climáticas têm sido determinantes para o cenário positivo. As chuvas frequentes e as temperaturas mais amenas favorecem a manutenção da umidade no solo, beneficiando as plantas que se encontram em fase de crescimento vegetativo.

Condições climáticas favorecem a safra em Dourados

O regime de chuvas praticamente diário, aliado ao clima mais ameno, tem contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras. A umidade do solo, preservada por mais tempo, é considerada essencial nesta fase inicial da cultura, garantindo melhor estabelecimento das plantas.

Plantio segue em ritmo parcial em outras regiões do estado

Em municípios como Campo Grande e São Gabriel do Oeste, o plantio da safrinha ainda não foi totalmente concluído. A colheita da soja, que se estende ao longo do mês de março, tem impactado o avanço da semeadura do milho.

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Até o momento, o plantio nessas regiões varia entre 50% e 60% da área estimada. Além disso, há indicação de que a área plantada possa ser menor neste ciclo, já que parte das áreas ainda não foi totalmente definida.

Área de milho safrinha deve crescer em Mato Grosso do Sul

Levantamento da Safras & Mercado indica que a área cultivada com milho safrinha no estado deve atingir 2,255 milhões de hectares em 2026. O número representa um crescimento de 2,4% em relação aos 2,201 milhões de hectares registrados na safra anterior.

Produção e produtividade devem se manter em patamares elevados

A produção total de milho safrinha em Mato Grosso do Sul está estimada em 14,504 milhões de toneladas, acima das 14,173 milhões de toneladas colhidas em 2025.

Já a produtividade média deve alcançar 6.430 quilos por hectare, mantendo-se próxima dos 6.437 quilos por hectare registrados no ciclo anterior, o que indica estabilidade no rendimento das lavouras.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de abobrinha no Paraná movimenta R$ 101 milhões e consolida Estado como 4º maior produtor do Brasil

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Abobrinha se destaca no agronegócio do Paraná com forte presença e geração de renda

O cultivo de abobrinha no Paraná segue como uma das atividades hortícolas mais relevantes do Estado, movimentando R$ 101,6 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP) em 2024.

De acordo com o boletim do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), a cultura está presente em 358 municípios, com produção total de 50,5 mil toneladas em uma área de 2,9 mil hectares.

Com esse desempenho, o Paraná se consolida como o 4º maior produtor nacional, respondendo por 9,3% da produção brasileira.

Região de Curitiba concentra mais da metade da produção estadual

A produção paranaense de abobrinha apresenta forte concentração regional. O Núcleo Regional de Curitiba responde por 56,2% do total produzido, equivalente a 28,4 mil toneladas.

Entre os principais municípios produtores, destacam-se:

  • Cerro Azul
  • São José dos Pinhais
  • Colombo

Em Cerro Azul, por exemplo, o cultivo ocupa cerca de 250 hectares, com produção de 4,8 mil toneladas e geração de R$ 9,5 milhões em VBP, reforçando a importância da cultura para a economia local.

Outros polos relevantes incluem:

  • Londrina (6,9% da produção estadual)
  • Maringá (6,2%)
Clima impacta oferta e eleva preços da abobrinha no mercado

O mercado da abobrinha tem sido impactado por fatores climáticos, especialmente pela estiagem recente, que reduziu a oferta e pressionou os preços.

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Segundo dados das Centrais de Abastecimento (Ceasa), a caixa de 20 kg da abobrinha verde extra AA atingiu R$ 80,00, alta de 33,3% em relação às semanas anteriores, quando era comercializada a R$ 60,00.

De acordo com especialistas do Deral, a tendência de preços elevados pode se manter no curto prazo, caso não haja regularização das chuvas.

Produção contínua garante estabilidade ao longo do ano

Apesar das oscilações de mercado, a cultura da abobrinha apresenta produção contínua ao longo do ano, o que contribui para sua resiliência.

Historicamente, os picos de preços ocorrem entre o final de maio e o início de julho, período de inverno, quando há menor oferta.

A expectativa é que, com a normalização das condições climáticas e o avanço das lavouras, os preços recuem gradualmente ao longo do segundo semestre.

Soja mantém protagonismo nas exportações do Paraná

No segmento de grãos, a soja continua liderando a pauta exportadora do Estado.

No primeiro trimestre de 2026, o Paraná exportou:

  • 3,41 milhões de toneladas
  • US$ 1,47 bilhão em receita

O resultado representa crescimento de 2% no faturamento, apesar de uma leve queda de 4% no volume embarcado.

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A China segue como principal destino, absorvendo 58% das exportações.

Trigo volta-se ao mercado interno e reduz exportações

Diferentemente da soja, o trigo paranaense tem sido direcionado quase exclusivamente ao mercado interno.

Na safra 2025, o Estado produziu 2,87 milhões de toneladas, mas exportou apenas 4 toneladas, destinadas ao Equador.

A tendência deve se manter em 2026, impulsionada pela forte demanda da indústria nacional e pela redução da área cultivada.

Carne bovina acompanha valorização e amplia receita com exportações

O setor de carne bovina também registrou desempenho positivo. Em março, o Paraná exportou 3,6 mil toneladas, gerando US$ 20,3 milhões em receita.

O preço médio da carne apresentou valorização, passando de US$ 4,76/kg em 2025 para US$ 5,54/kg em 2026.

Assim como na soja, a China permanece como principal destino, respondendo por 38,5% das compras.

Diversificação produtiva reforça força do agro paranaense

Os dados reforçam a diversidade e a força do agronegócio do Paraná, que combina culturas hortícolas, grãos e proteínas animais em um sistema produtivo dinâmico.

A abobrinha, nesse contexto, se destaca como uma cultura resiliente, com geração consistente de renda, forte presença territorial e capacidade de adaptação às variações de mercado e clima.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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