RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Poços de Caldas vai sediar o Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras

Publicados

AGRONEGÓCIO

Poços de Caldas (440 km da capital, Belo Horizonte), em Minas Gerais, vai sediar entre os dias 28 e 31 de outubro a 49ª edição do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras (CBPC), reunindo técnicos, produtores, estudantes e pesquisadores para discutir inovações e tecnologias aplicadas à cafeicultura brasileira. O evento ocorrerá no Centro de Convenções do Cassino Palace e promete aproximar ciência e campo, trazendo soluções práticas para os desafios da produção.

O CBPC registrou 460 trabalhos científicos inscritos, o maior número da história do congresso, abrangendo áreas como pragas, doenças, sementes e mudas, práticas culturais, colheita e preparo do café, melhoramento genético, ecologia e fisiologia, além de estudos socioeconômicos. Dentre eles, 145 serão apresentados oralmente ao longo dos três dias, enquanto todos estarão publicados no livro de Anais do Congresso e disponíveis para consulta no site da Fundação Procafé.

Além das apresentações, o congresso terá três seminários técnicos sobre nematoides, estresse em plantas e cafeicultura de montanha. No dia 31, será realizado o Dia de Campo na Fazenda Sertãozinho, em Botelhos (MG), permitindo a aplicação prática das pesquisas e interação direta entre pesquisadores e produtores. O evento conta com apoio da Fundação Procafé, Embrapa-Café, Universidade Federal de Lavras (Ufla), Universidade de Uberaba (Uniube) e Secretaria de Agricultura de Minas Gerais.

Leia Também:  Pescadores têm até 31 de dezembro para manter acesso ao seguro-defeso

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

Publicados

em

Por

A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

Leia Também:  Preços do Algodão Caem no Brasil e no Exterior, Enquanto Plantio da Nova Safra Avança

A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

Leia Também:  Pescadores têm até 31 de dezembro para manter acesso ao seguro-defeso

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA