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Preços do trigo recuam em outubro no Brasil; clima segue sendo fator determinante

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Mercado de trigo brasileiro registra quedas expressivas

O mercado brasileiro de trigo registrou em outubro quedas significativas nos preços nos principais polos produtores, reflexo do avanço da safra e da necessidade de ajustar as cotações à maior oferta disponível. Segundo o analista da Safras & Mercado, Elcio Bento, o movimento era esperado, mas o clima continua sendo um fator capaz de influenciar a trajetória dos preços nas próximas semanas.

Rio Grande do Sul: recuo mais acentuado

No Rio Grande do Sul, a queda mensal chegou a 14,1%, acompanhando a entrada da safra nova. Comparado ao mesmo período de 2024, o recuo é de 16%. Bento ressalta que, apesar das incertezas climáticas, era natural que os preços se ajustassem diante da maior disponibilidade do grão.

Paraná: ajuste mais moderado

No Paraná, o recuo foi mais moderado, de 5,3% em outubro, já que parte do ajuste de preços havia ocorrido em setembro. Com cerca de 85% da área colhida, a comparação anual aponta uma queda acumulada de 18,9%. O analista explica que o Paraná “saiu na frente no processo de correção porque o mercado antecipou o impacto da nova safra”.

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Perspectivas para novembro

Para novembro, a previsão é de pressão contínua sobre os preços do trigo, mas o comportamento do clima será decisivo. Bento alerta que, caso ocorram prejuízos relevantes por excesso de chuvas, o mercado pode encontrar suporte e até reverter o movimento de baixa. Em cenários mais severos, os preços podem se afastar da paridade de exportação e se aproximar novamente da paridade de importação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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