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Remate Santa Angélica e Estribillo registra média acima de R$ 20 mil e total liquidez

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O Remate Santa Angélica e Estribillo encerrou na noite de 2 de dezembro com total liquidez e média de R$ 21,96 mil por lote, segundo informações da Trajano Silva Remates, responsável pelo evento na modalidade virtual.

O leilão contou com diversos animais de destaque, atraindo compradores de diferentes estados e consolidando-se como referência no mercado de cavalos Crioulos.

Égua e garanhão lideram valor de venda

Entre os lotes, a égua Estribillo Fogosa e o garanhão Ignácio de Santa Angélica se destacaram como os mais valorizados.

Estribillo Fogosa foi arrematada por R$ 40 mil por uma tradicional cabanha do Paraná, a São Rafael, que retomou recentemente seus investimentos no setor.

Ignácio de Santa Angélica teve parcelas de R$ 1,15 mil, totalizando R$ 57,5 mil.

“Fogosa foi uma surpresa agradável e uma venda marcante para nós, mostrando a confiança do mercado no retorno de investidores tradicionais”, destacou Marcelo Silva, leiloeiro e diretor da Trajano Silva Remates.

Evento reforça força do mercado de cavalos Crioulos

Segundo Marcelo Silva, a liquidez total e os valores alcançados confirmam o interesse crescente por animais de qualidade e a consolidação dos leilões virtuais como ferramenta estratégica de comercialização no setor.

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O remate também reforça a importância de investimentos contínuos em qualidade genética e apresentação dos lotes, garantindo retorno financeiro e fortalecimento do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto que moderniza regras da aquicultura avança na Câmara e recebe apoio do setor

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Setor avalia como positivo avanço de projeto na Câmara

A Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR) avaliou como positiva a aprovação do Projeto de Lei 4.162/2024 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados.

A proposta tem como objetivo atualizar a legislação da aquicultura no Brasil, promovendo mudanças consideradas estratégicas para o desenvolvimento do setor.

Projeto diferencia modelos de produção e amplia segurança jurídica

Um dos principais pontos do texto é a diferenciação entre a aquicultura realizada em ambientes naturais e aquela desenvolvida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas.

Segundo a entidade, essa distinção traz mais clareza regulatória e segurança jurídica para os produtores, reduzindo incertezas e facilitando a operação das atividades aquícolas no país.

Fim de registros e licenças é destaque da proposta

O projeto também prevê a extinção do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) e da licença de aquicultor emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

De acordo com a PEIXE BR, essas exigências são consideradas burocráticas e não geram ganhos efetivos para a produção, tornando o processo mais oneroso e complexo para os produtores.

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Entidade critica aumento de exigências recentes

A associação destaca que a proposta ganha ainda mais relevância diante da Portaria Interministerial MPA/MAPA nº 5/2026.

A norma passou a exigir, além da nota fiscal e da Guia de Trânsito Animal (GTA), a apresentação da licença de aquicultor emitida pelo MPA, documento adicional à licença ambiental já obrigatória.

Para a PEIXE BR, essa duplicidade de exigências eleva custos operacionais e reduz a competitividade da piscicultura brasileira no mercado.

Medida pode reduzir entraves e estimular o setor

Na avaliação da entidade, o Projeto de Lei corrige distorções regulatórias e reduz entraves que impactam diretamente o produtor.

A expectativa é que as mudanças contribuam para um ambiente mais eficiente, com menos burocracia e maior estímulo à produção aquícola no Brasil.

Modernização do marco legal avança no Congresso

Com a aprovação na CCJC, a proposta avança na tramitação no Congresso Nacional e é considerada um passo importante para a modernização do marco legal da aquicultura.

O setor produtivo vê o projeto como uma oportunidade de fortalecer a competitividade, ampliar investimentos e impulsionar o crescimento sustentável da piscicultura no país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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