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Safra de café do Brasil pode atingir 71,1 milhões de sacas em 2026/27, projeta Comexim

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A produção de café do Brasil deverá registrar crescimento significativo na safra 2026/27. De acordo com estimativa divulgada nesta quarta-feira pela empresa de trading Comexim, o país poderá colher 71,1 milhões de sacas de 60 quilos, volume superior às 63,2 milhões de sacas estimadas para o ciclo 2025/26.

Caso a projeção se confirme, a produção brasileira terá expansão superior a 12%, impulsionada principalmente pela recuperação da safra de café arábica, que tende a apresentar maior produtividade no próximo ciclo.

Produção brasileira de café deve crescer na safra 2026/27

Segundo a estimativa da Comexim, o crescimento da produção brasileira está ligado principalmente ao comportamento bienal da cultura, especialmente no caso do arábica, que alterna anos de maior e menor produtividade.

Com isso, a safra total de café do Brasil poderá atingir 71,1 milhões de sacas, reforçando a oferta do país no mercado global e consolidando sua posição entre os principais produtores mundiais.

Safra de café arábica deve registrar alta de 24%

O principal avanço projetado para o próximo ciclo está na produção de café arábica.

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A estimativa aponta que a colheita poderá alcançar 46,6 milhões de sacas, o que representa alta de 24% em relação às 37,7 milhões de sacas registradas na safra 2025/26.

Esse crescimento reflete a expectativa de maior produtividade nas lavouras, favorecida pelo ciclo positivo da cultura e pela recuperação produtiva em importantes regiões cafeeiras do país.

Produção de café robusta e conilon pode recuar

Enquanto o arábica deve apresentar expansão, a produção de café canéfora — que inclui as variedades robusta e conilon — poderá registrar leve queda.

A projeção da Comexim indica produção de 24,5 milhões de sacas na safra 2026/27, volume 4% inferior ao estimado para 2025/26.

Mesmo com a redução prevista, o segmento continua representando parcela importante da produção nacional, especialmente para o abastecimento da indústria de café solúvel e blends.

Exportações de café do Brasil devem crescer 19%

Além da recuperação da produção, o Brasil também deverá ampliar sua presença no comércio internacional de café.

A estimativa da Comexim indica que o país poderá exportar 46,2 milhões de sacas no ciclo 2026/27 (julho a junho), volume que representa crescimento de 19% em relação às 38,8 milhões de sacas embarcadas em 2025/26.

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Com o aumento da oferta e a continuidade da demanda global pelo produto, o Brasil tende a manter sua liderança como maior exportador mundial de café, fortalecendo sua participação no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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