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Solo saudável é essencial para colheitas mais produtivas e sustentáveis

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Construir e manter um solo saudável é um dos principais desafios do produtor rural, mas também é fundamental para obter colheitas mais produtivas. Um solo equilibrado deve apresentar boa estrutura física, retenção e drenagem de água adequadas, alta atividade biológica, quantidade suficiente de matéria orgânica e nutrientes, pH correto e baixa presença de contaminantes.

Essas características favorecem o desenvolvimento radicular, permitindo que as plantas explorem melhor os recursos disponíveis, refletindo diretamente na produtividade das próximas safras.

Consultor destaca erros comuns que comprometem a lavoura

Segundo Diego Braga, Consultor de Desenvolvimento de Mercado da Conceito Agrícola, solos saudáveis influenciam especialmente a fase inicial da lavoura. “Um solo equilibrado garante condições ideais para a germinação e o estabelecimento das sementes, promovendo maior vigor inicial e expressão do potencial genético das plantas”, afirma.

No entanto, Braga alerta para práticas que ainda comprometem os resultados: uso excessivo ou inadequado de fertilizantes químicos e defensivos, compactação do solo por maquinários pesados, manejo incorreto no preparo, ausência de rotação de culturas, queima de resíduos culturais e baixa reposição de matéria orgânica.

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Cuidados específicos para a cultura da soja

Com a soja, próxima cultura de sucessão, os cuidados devem ser intensificados. Para garantir produtividade, é essencial:

  • Realizar análise do solo e correção de nutrientes;
  • Manter a cobertura do solo com palhada para evitar erosão;
  • Implementar rotação e sucessão de culturas adequadas;
  • Monitorar a compactação para assegurar desenvolvimento radicular eficiente.
Tecnologias ajudam a preservar e recuperar a saúde do solo

Produtores podem contar com diversas tecnologias para melhorar a saúde do solo, como:

  • Sensores de umidade e pH;
  • Análise de microbioma;
  • Mapas de produtividade para manejo localizado;
  • Técnicas de agricultura de precisão;
  • Uso de biofertilizantes e inoculantes microbianos.

Braga reforça que investir na saúde do solo é essencial para sustentabilidade, produtividade e rentabilidade. “O Grupo Conceito busca apoiar o produtor com conhecimento e tecnologias que promovam solos biologicamente ativos, garantindo sistemas agrícolas mais eficientes e sustentáveis”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Frango e ovos pressionados: queda na demanda interna derruba preços enquanto exportações sustentam setor avícola

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O mercado avícola brasileiro entra na segunda quinzena de abril sob pressão, com queda nos preços da carne de frango e dos ovos no mercado interno. Segundo levantamentos do Cepea, o movimento reflete principalmente o enfraquecimento da demanda doméstica, típico do período, apesar do bom desempenho das exportações.

Mercado interno: demanda mais fraca pressiona preços do frango

Após três semanas consecutivas de alta, sustentadas pelo equilíbrio entre oferta e demanda, as cotações da carne de frango passaram a registrar recuo na segunda metade de abril.

O principal fator de pressão é a redução do consumo interno, comum neste período do mês, quando o poder de compra da população tende a ser menor. Mesmo com oferta controlada — influenciada por ritmo mais moderado de abates —, o consumo doméstico não tem sido suficiente para sustentar os preços.

Exportações seguem firmes e ajudam a equilibrar o setor

No mercado externo, o cenário é mais positivo. Dados da Secex indicam que a média diária de exportações de carne de frango in natura alcançou 22,6 mil toneladas na parcial de abril (12 dias úteis).

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O volume representa:

  • Alta de 6,1% em relação à média de março de 2026
  • Crescimento de 3% frente a abril de 2025

Esse desempenho reforça o papel das exportações como principal fator de sustentação do setor, compensando parcialmente a fraqueza do mercado interno.

Perspectiva: mercado dividido para maio

Para o próximo mês, agentes do setor projetam cenários distintos. Parte do mercado aposta em recuperação dos preços, impulsionada pela entrada de renda na economia e melhora do consumo.

Por outro lado, há cautela entre produtores e indústrias, especialmente após as recentes altas registradas em abril, que já pressionaram o consumidor final e podem limitar novos reajustes no curto prazo.

Mercado de ovos: queda de preços reduz poder de compra do produtor

No segmento de ovos, o cenário também é de pressão. O poder de compra dos avicultores paulistas recuou na parcial de abril, interrompendo dois meses consecutivos de melhora.

De acordo com o Cepea, embora os preços dos principais insumos — como milho e farelo de soja — também tenham caído, a desvalorização dos ovos foi mais intensa, prejudicando a relação de troca.

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Oferta elevada e demanda retraída ampliam pressão no setor

A combinação de maior oferta e consumo enfraquecido tem pressionado as cotações dos ovos no mercado interno. Compradores seguem atuando com cautela, realizando aquisições pontuais e priorizando negociações em patamares mais baixos.

Além disso, fatores externos também influenciam o comportamento do mercado:

  • Avanço da colheita da safra de verão
  • Condições climáticas favoráveis à segunda safra
  • Queda recente do dólar no Brasil

Esse conjunto de variáveis reforça um ambiente de maior seletividade nas compras e pressão sobre os preços.

Cenário geral: setor avícola enfrenta ajuste no curto prazo

O mercado de frango e ovos no Brasil atravessa um momento de ajuste típico de curto prazo, marcado pela desaceleração da demanda interna e maior sensibilidade aos preços.

Enquanto as exportações seguem como principal pilar de sustentação, o comportamento do consumo doméstico e dos custos de produção continuará sendo determinante para a formação de preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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