AGRONEGÓCIO
Suinocultura registra maior preço do ano em setembro, aponta Itaú BBA
AGRONEGÓCIO
Os preços da suinocultura alcançaram a máxima do ano na primeira semana de setembro, segundo dados do relatório Agro Mensal, elaborado pela Consultoria Agro do Itaú BBA. O movimento foi impulsionado pela valorização do suíno vivo e da carcaça no atacado, ao mesmo tempo em que os custos de produção permaneceram estáveis.
Preço do suíno vivo sobe e atinge recorde em São Paulo
Em São Paulo, o suíno vivo superou os valores de fevereiro, quando havia atingido R$ 9,40/kg. Após um período de estabilidade em julho, as cotações avançaram de forma consistente em agosto, com média mensal de R$ 8,75/kg. O resultado representa alta de 3,3% em relação a julho e de 3,6% frente ao mesmo mês de 2024.
Carcaça suína também registra valorização
No atacado paulista, a meia carcaça suína encerrou agosto a R$ 13/kg, avanço de 6,9% em comparação a julho. O cenário contribuiu para consolidar o bom momento do setor.
Custos estáveis favorecem margens da atividade
Os custos médios de produção permaneceram próximos de R$ 6/kg em agosto, considerando a Região Sul e Minas Gerais. Com os preços em alta, a margem estimada da atividade (spread) chegou a 28%, indicando maior rentabilidade para os produtores.
Exportações devem crescer em 2025 e 2026
Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações de carne suína devem atingir 1,45 milhão de toneladas em 2025, crescimento de 7,2% em relação a 2024. Já a produção nacional está projetada em 5,42 milhões de toneladas, alta de 2,2%. O consumo interno deve permanecer estável, com consumo per capita estimado em 18,5 kg/ano.
Para 2026, as perspectivas são ainda mais otimistas: exportações podem chegar a 1,55 milhão de toneladas (+7%), enquanto a produção pode alcançar 5,55 milhões de toneladas (+2,4%).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Mistura maior de biodiesel e etanol entra na pauta do CNPE
O avanço dos biocombustíveis volta ao centro da política energética com a possibilidade de aumento da mistura obrigatória no diesel e na gasolina. A proposta de elevar o biodiesel para 17% (B17) e o etanol para 32% (E32) deve ser analisada na reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para a próximo próxima quinta-feira (07.05), e pode ampliar a demanda por matérias-primas do agro e reforçar a posição do País na transição energética.
A defesa do aumento foi formalizada por parlamentares ligados ao setor produtivo, em articulação da Coalizão dos Biocombustíveis. O grupo reúne lideranças da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Frente Parlamentar do Biodiesel, que veem na medida uma resposta à volatilidade dos preços internacionais de energia e uma oportunidade de expansão do mercado interno para combustíveis renováveis.
Na prática, a elevação das misturas tem efeito direto sobre cadeias como soja e milho — bases para a produção de biodiesel e etanol, ao ampliar o consumo doméstico e estimular novos investimentos industriais. Além disso, reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, especialmente em momentos de alta do petróleo no mercado internacional.
O Ministério de Minas e Energia (MME) já sinalizou apoio à ampliação da mistura de etanol. Segundo a pasta, testes técnicos validaram a viabilidade de avanço do atual patamar para o E32, dentro de uma estratégia que também busca levar o País à autossuficiência em gasolina.
Hoje, os percentuais obrigatórios estão em 30% de etanol na gasolina (E30) e 15% de biodiesel no diesel (B15), definidos pelo próprio CNPE. Qualquer alteração depende de deliberação do colegiado, que assessora a Presidência da República na formulação de diretrizes para o setor energético.
Além do impacto econômico, o argumento central do setor está na segurança energética. Com maior participação de biocombustíveis, o Brasil reduz a exposição a choques externos, como oscilações no preço do petróleo, que recentemente voltou a subir no mercado internacional e ganha previsibilidade no abastecimento.
O tema também tem peso ambiental. A ampliação das misturas contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa e reforça compromissos assumidos pelo País em acordos internacionais, ao mesmo tempo em que consolida a vantagem competitiva brasileira na produção de energia de base renovável.
Por outro lado, a decisão envolve equilíbrio entre oferta, demanda e impactos sobre preços. O governo avalia o momento adequado para avançar, considerando o cenário de combustíveis, a capacidade produtiva do setor e os reflexos sobre inflação e abastecimento.
Se aprovado, o aumento das misturas tende a fortalecer a integração entre energia e agronegócio, ampliando o papel do campo não apenas como produtor de alimentos, mas também como fornecedor estratégico de energia no mercado interno.
Fonte: Pensar Agro
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