RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Suzano anuncia aumento de US$ 20 por tonelada no preço da celulose para clientes asiáticos

Publicados

AGRONEGÓCIO

A Suzano comunicou seus clientes nos mercados asiáticos, incluindo a China, sobre um aumento de US$ 20 por tonelada no preço da celulose, segundo fontes próximas ao assunto.

Reajuste imediato para pedidos de agosto

De acordo com essas fontes, o reajuste passou a valer imediatamente para os pedidos de compra programados para agosto, refletindo a estratégia da empresa diante do cenário atual.

Suzano não comenta oficialmente

Procurada pela Reuters, a Suzano — maior produtora mundial de celulose de eucalipto — não se manifestou oficialmente sobre o aumento.

Investimentos ampliados após lucro recorde

Na noite anterior, a empresa anunciou uma elevação de cerca de 7% em sua projeção de investimentos para o ano, após registrar lucro líquido de R$ 5,01 bilhões no segundo trimestre de 2025. Esse resultado representa uma forte recuperação em relação ao prejuízo de R$ 3,77 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Produtores rurais ganham novo fôlego com marco do autocontrole no agronegócio
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Encontro entre Trump e Xi Jinping afeta mercado brasileiro

Publicados

em

Por

O encontro realizado nesta quarta-feira (13.05) entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Chinês, Xi Jinping, acabou acabou repercutindo também no Brasil. A reunião esfriou as expectativas de novos acordos comerciais envolvendo compras chinesas de grãos norte-americanos e pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, principal referência global para formação dos preços pagos ao produtor brasileiro.

Nos últimos dias, parte do mercado apostava que o encontro poderia abrir espaço para uma nova rodada de compras chinesas da soja dos Estados Unidos, movimento que historicamente costuma mexer com os preços internacionais. Mas o discurso adotado após a reunião foi mais cauteloso. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os compromissos já assumidos pela China seriam suficientes para manter o fluxo atual de importações, sem necessidade de ampliar significativamente as aquisições.

A reação em Chicago foi imediata. Sem perspectiva de aumento da demanda chinesa pelos grãos americanos, os contratos futuros da soja perderam força. O movimento ganhou ainda mais peso após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgar vendas externas abaixo do esperado, aumentando a pressão sobre o mercado.

Leia Também:  1º Concurso do Suco de Uva Brasileiro reúne 190 amostras de seis estados

Para o produtor brasileiro, o impacto aparece principalmente na formação dos preços internos. Mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade nas exportações e uma safra elevada, a queda em Chicago limita reações mais fortes nas cotações pagas nos portos e no interior.

Ao mesmo tempo, o cenário reforça uma leitura importante para o agro nacional: a China segue buscando diversificar fornecedores e não demonstra intenção de concentrar as compras apenas nos Estados Unidos. Nesse contexto, o Brasil continua ocupando posição estratégica no abastecimento chinês, especialmente em um momento de ampla oferta nacional e embarques em ritmo recorde.

Analistas do setor avaliam que o mercado deve continuar bastante sensível aos próximos movimentos diplomáticos entre Washington e Pequim, já que qualquer sinal envolvendo compras agrícolas tem potencial de influenciar diretamente os preços recebidos pelos produtores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA