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Suzano inaugura fábrica de papel tissue em Aracruz e investe R$ 1,17 bilhão no Espírito Santo

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Nova unidade consolida operação completa no Espírito Santo

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência em bioprodutos à base de eucalipto, inaugurou oficialmente, nesta terça-feira (18/11), sua nova fábrica de papel tissue em Aracruz (ES).

Com investimento de R$ 650 milhões, a unidade marca a conclusão da cadeia produtiva da empresa no estado — dos plantios florestais até o produto final, como os papéis higiênicos das marcas Neve®, Mimmo® e Max Pure®.

Com capacidade instalada de 60 mil toneladas por ano, a planta fortalece o Espírito Santo como polo estratégico para a produção de bens de consumo da companhia, integrando eficiência industrial, inovação e sustentabilidade.

Investimento de R$ 1,17 bilhão reforça sustentabilidade e eficiência

A nova fábrica faz parte de um pacote total de investimentos de R$ 1,17 bilhão concluído pela Suzano em 2025.

Desse montante, R$ 520 milhões foram destinados à instalação de uma moderna caldeira de biomassa, com capacidade para gerar 120 toneladas de vapor por hora.

O equipamento garante maior estabilidade operacional, eficiência energética e ganhos ambientais, já que o vapor é produzido a partir da queima de resíduos de eucalipto, uma fonte 100% renovável, e reaproveitado no processo fabril.

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Integração entre unidades reduz custos e emissões

Metade da produção da nova planta será convertida na própria unidade de Aracruz, enquanto o restante seguirá para Cachoeiro de Itapemirim (ES), onde a Suzano mantém outra unidade inaugurada em 2021.

Anteriormente, Cachoeiro era abastecida com bobinas vindas da Bahia e do Maranhão — um fluxo logístico que agora será otimizado com a operação capixaba.

A integração reduz custos de transporte e emissões de CO₂, além de garantir o fortalecimento do abastecimento regional no Sudeste, que também conta com o suporte da planta de Mogi das Cruzes (SP).

Tecnologia italiana e foco em sustentabilidade

Equipada com tecnologia italiana de última geração, a nova unidade foi projetada para operar de forma sustentável, eficiente e competitiva.

Segundo Luís Bueno, vice-presidente executivo de Bens de Consumo da Suzano, a expectativa é atingir plena capacidade produtiva em até seis meses.

“Ao construir uma fábrica de papel dentro de uma planta de celulose, reduzimos drasticamente o transporte e o consumo energético. Aproveitamos a infraestrutura existente, o que gera ganhos logísticos, econômicos e ambientais relevantes”, destacou o executivo.

Capacidade nacional de tissue atinge 340 mil toneladas anuais

Com a inauguração em Aracruz, a Suzano passa a contar com sete unidades de bens de consumo, elevando sua capacidade total para 340 mil toneladas de papel tissue por ano.

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O número representa um avanço expressivo dentro de um mercado nacional que movimenta cerca de 1,4 milhão de toneladas anuais, consolidando a liderança da companhia no segmento.

Incentivo fiscal e apoio do governo capixaba

O investimento foi viabilizado por meio do aproveitamento de créditos de ICMS de exportações da Suzano, com aprovação do Governo do Espírito Santo.

A medida reforça o papel do estado na atração de novos investimentos e na verticalização da indústria local, fortalecendo a economia e ampliando oportunidades de emprego e renda.

O governador Renato Casagrande celebrou a parceria:

“O Espírito Santo se tornou referência em diversas áreas, e nosso equilíbrio fiscal traz segurança aos investidores. É gratificante ver a Suzano entregando um papel produzido integralmente em solo capixaba, gerando oportunidades e contribuindo para o desenvolvimento da nossa população.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne de frango do Brasil crescem 29,6% e atingem 3º maior volume histórico em maio de 2026, aponta Cepea

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As exportações brasileiras de proteína animal apresentaram desempenho misto em maio de 2026. Enquanto a carne de frango registrou forte crescimento e alcançou o terceiro maior volume da série histórica, o setor de ovos manteve retração no acumulado do ano, mas com destaque positivo para os produtos processados. Os dados são do Cepea, com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior.

Exportações de frango crescem e alcançam 509,9 mil toneladas em maio

O Brasil exportou 509,9 mil toneladas de carne de frango em maio de 2026, volume que representa:

  • Alta de 4,8% em relação a abril
  • Crescimento expressivo de 29,6% frente a maio de 2025
  • Terceiro maior resultado da série histórica, iniciada em 1997

O desempenho confirma a manutenção de um ritmo aquecido das exportações ao longo de 2026, sustentado principalmente pela forte demanda internacional por proteína brasileira.

Entre os principais destinos, os países do Oriente Médio seguem ganhando protagonismo no comércio exterior do setor.

Oriente Médio impulsiona embarques brasileiros

Os Emirados Árabes Unidos ampliaram significativamente suas compras em maio, com alta de 68,8% na comparação mensal, totalizando 32,3 mil toneladas.

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Já a Arábia Saudita importou 39 mil toneladas, avanço de 9% frente a abril.

Com isso, ambos os países reforçam sua posição entre os principais destinos da carne de frango brasileira, ocupando respectivamente a quarta e a terceira colocação no ranking global de importadores.

Exportações de ovos recuam no ano, mas processados atingem melhor resultado desde 2006

O setor de ovos apresentou desempenho mais fraco no acumulado de 2026. Segundo o levantamento, o Brasil exportou 12,39 mil toneladas de ovos in natura e processados entre janeiro e maio, queda de 32,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 18,36 mil toneladas.

Em maio, o volume exportado foi de 2,18 mil toneladas, recuo de:

  • 5,7% em relação a abril
  • 59% na comparação com maio de 2025

Apesar da retração geral, os ovos processados mostraram evolução relevante no acumulado do ano.

Processados ganham espaço nas exportações

Do total exportado em 2026, 3,99 mil toneladas foram de ovos processados, o equivalente a 32% dos embarques brasileiros.

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Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado indica uma mudança gradual no perfil das exportações do setor, com a maior participação de processados para o período desde 2006.

Panorama do setor

O contraste entre os dois segmentos evidencia um cenário de:

  • Expansão consistente no mercado de carne de frango, sustentado pela demanda externa
  • Recuo nas exportações de ovos, ainda pressionadas no acumulado do ano
  • Relevância crescente dos produtos processados, especialmente no setor de ovos

O desempenho reforça a importância do comércio internacional como vetor de sustentação para a cadeia de proteínas animais do Brasil em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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