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Tocantins sedia evento nacional que discute governança e sucessão familiar na pecuária

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O Tocantins receberá, no dia 24 de março, a primeira edição itinerante do evento “Elas na Pecuária”, promovido pela Beckhauser, referência em equipamentos de contenção bovina, em parceria com a Terra Boa, empresa integrante de sua rede de vendas. O encontro acontecerá em Gurupi e marca uma nova fase do projeto, que já realizou três edições anteriores em Campo Grande (MS).

A iniciativa chega ao estado em um momento de destaque da pecuária tocantinense, impulsionada pela expansão do rebanho e pela crescente presença de mulheres na gestão de propriedades rurais e empresas do setor.

Evento promove debate sobre liderança, governança e sucessão familiar

Com o tema “Governança e Sucessão Familiar”, a edição 2026 do “Elas na Pecuária” pretende fomentar reflexões sobre a profissionalização da gestão nas fazendas e a importância da participação feminina nas decisões estratégicas.

O evento mantém o formato dinâmico, com painéis de 20 a 30 minutos conduzidos por convidadas que compartilharão suas experiências, mediadas pela CEO da Beckhauser, Mariana Beckhauser. Ao final, o público poderá participar com perguntas e comentários, reforçando o caráter colaborativo da iniciativa.

“Desde a primeira edição, vimos o quanto esse espaço de troca é transformador. As participantes compartilham desafios, conquistas e vivências que inspiram outras mulheres a ocuparem seu espaço na pecuária”, explica Carla Ferrarini, gerente de Comunicação e BEAH da Beckhauser.

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Tocantins inaugura fase itinerante do projeto

Após consolidar o evento em Mato Grosso do Sul, a Beckhauser decidiu ampliar o alcance do projeto para outras regiões do país. O Tocantins foi escolhido para inaugurar o ciclo itinerante por reunir dois fatores estratégicos: o crescimento da presença comercial da marca no estado e o perfil da parceira local, a Terra Boa, que se destaca pela liderança feminina e por seu envolvimento com iniciativas de empreendedorismo rural.

“Diversas regiões já têm grupos organizados de mulheres que se reúnem para discutir o agro. Nossa intenção é somar a esses movimentos, fortalecendo as conexões e valorizando as lideranças locais”, acrescenta Carla.

A proposta é que, a cada ano, o “Elas na Pecuária” seja realizado em um novo estado, mantendo sua essência de promover integração, aprendizado e inspiração.

Protagonismo feminino ganha força no agronegócio

Para a diretora administrativa da Terra Boa, Lívian Rocha dos Reis, o encontro representa um passo importante para fortalecer a liderança feminina e a governança no campo, especialmente em empresas familiares que buscam continuidade e inovação.

“O ‘Elas na Pecuária’ é mais do que um evento; é um movimento de construção de futuro. Acreditamos que o fortalecimento do agro passa pela formação de lideranças preparadas e por uma gestão profissional e inclusiva. A parceria com a Beckhauser reforça nosso compromisso com um setor mais equilibrado e sustentável”, destaca Lívian.

Expansão da presença feminina no agro tocantinense

O estado do Tocantins tem se destacado não apenas pela força de sua pecuária, mas também pela presença crescente de mulheres em posições de liderança. Seja na gestão de fazendas, cooperativas, empresas de tecnologia agropecuária ou no associativismo, o avanço feminino representa uma transformação cultural e econômica no setor.

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O “Elas na Pecuária” busca consolidar esse movimento, oferecendo um ambiente de diálogo, capacitação e fortalecimento da representatividade das mulheres no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo se mantém firme no Brasil com oferta restrita e baixa liquidez no mercado

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Mercado de trigo encerra semana com preços sustentados e pouca negociação

O mercado brasileiro de trigo fechou a semana com baixa movimentação no mercado spot, mantendo preços firmes diante de um cenário de oferta restrita e dificuldade de acesso a produto de melhor qualidade.

De acordo com análise da Safras & Mercado, o ambiente segue marcado por negociações pontuais e desalinhamento entre compradores e vendedores, o que limita a liquidez no curto prazo.

Escassez de trigo de qualidade é principal fator de sustentação

Segundo o analista Elcio Bento, o principal vetor do mercado continua sendo a limitação na oferta, tanto em volume quanto em qualidade.

A disponibilidade reduzida de trigo panificável tem ampliado o diferencial entre lotes, elevando a disputa por produto de melhor padrão e sustentando os preços, especialmente nas regiões produtoras do Sul.

Preços registram alta no Paraná e no Rio Grande do Sul

Ao longo da semana, o mercado doméstico apresentou recuperação moderada nas cotações:

  • Paraná: média de R$ 1.373 por tonelada, com alta de 1% na semana e 9% no mês
  • Rio Grande do Sul: preços próximos de R$ 1.275 por tonelada, acumulando valorização de 11% no período
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Apesar do avanço recente, os valores ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período de 2025, reflexo principalmente do comportamento do câmbio.

Produtores seguram vendas e indústria mantém posição confortável

O ritmo de negócios segue travado no país. Produtores adotam postura cautelosa, evitando comercializar em níveis considerados pouco atrativos, enquanto a indústria opera com estoques que permitem adiar novas aquisições.

Esse cenário contribui para o baixo volume de negociações e reforça o equilíbrio instável entre oferta e demanda.

Estoques baixos mantêm mercado ajustado no curto prazo

A disponibilidade interna de trigo segue limitada. Estimativas apontam estoques remanescentes de aproximadamente:

  • 100 mil toneladas no Paraná
  • 250 mil toneladas no Rio Grande do Sul

No caso gaúcho, a demanda projetada para moagem nos próximos meses supera significativamente o volume disponível, o que mantém o mercado ajustado.

Os compradores indicam preços ao redor de R$ 1.260 por tonelada, podendo alcançar até R$ 1.300 em contratos para prazos mais longos.

Mercado externo e câmbio influenciam formação de preços

No cenário internacional, o trigo argentino segue cotado em torno de US$ 240 por tonelada. No entanto, incertezas relacionadas à qualidade do produto têm reduzido a oferta efetiva de trigo panificável, aumentando a necessidade de buscar origens alternativas.

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Ao mesmo tempo, o câmbio abaixo de R$ 5,00 atua como fator moderador sobre os preços internos, impactando a paridade de importação — principal referência para o mercado brasileiro.

Tendência é de mercado firme, mas com liquidez limitada

A combinação de oferta restrita, estoques baixos e cautela nas negociações mantém o mercado de trigo sustentado no curto prazo.

Ainda assim, a baixa liquidez e as incertezas sobre qualidade e origem do produto indicam um ambiente de atenção para produtores e indústrias, que seguem ajustando suas estratégias diante de um cenário ainda indefinido.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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