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UPL Brasil lança Unizeb Flow e fortalece liderança em fungicidas multissítios

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Unizeb Flow chega ao mercado como ferramenta inovadora

A UPL Brasil, subsidiária do Grupo UPL, referência global em soluções agrícolas sustentáveis, lançou o Unizeb Flow, reforçando sua posição de liderança no segmento de fungicidas multissítios.

O produto foi desenvolvido para controlar de forma eficiente o complexo de doenças que afeta diversas culturas, oferecendo proteção consistente, facilidade de aplicação e segurança para as plantas. Este lançamento faz parte de uma série recorde de oito novas tecnologias apresentadas pela companhia nos últimos 12 meses.

Controle de doenças com ação multissítio

Segundo Gustavo Mastria, gerente de fungicidas da UPL Brasil, o Unizeb Flow se destaca no manejo de doenças como ferrugem, mancha-alvo e mancha-parda.

“O produto atua de forma preventiva sobre um amplo espectro de patógenos. Sua ação multissítio minimiza o risco de resistência, ampliando a cobertura de proteção e promovendo o desenvolvimento saudável da lavoura desde o início”, explica Mastria.

A tecnologia multissítio permite que o fungicida atue em diferentes pontos da célula do fungo simultaneamente, fortalecendo a eficácia ao longo de todo o ciclo da cultura.

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Benefícios fisiológicos e produtividade

Além do controle de doenças, o Unizeb Flow contribui para o equilíbrio fisiológico das plantas, estimulando seu vigor e crescimento. O fungicida também fornece micronutrientes essenciais, ajudando a lavoura a resistir a diferentes tipos de estresse ambiental.

Com isso, a tecnologia protege o potencial produtivo, reduz perdas e garante maior uniformidade, qualidade e rendimento da soja.

Continuidade da tradição e inovação da UPL

Mastria ressalta o histórico da empresa no segmento:

“Com esse lançamento, reforçamos nosso protagonismo no manejo de doenças fúngicas. A UPL é pioneira no desenvolvimento de fungicidas multissítios para grandes culturas, legado iniciado com o Unizeb Gold, líder e referência para agricultores há mais de uma década. O Unizeb Flow amplia nosso portfólio, unindo tradição e inovação e elevando o padrão de desempenho, segurança e produtividade.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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