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Uva no Rio Grande do Sul apresenta desenvolvimento desigual entre regiões produtoras

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Desenvolvimento das videiras varia pelo estado

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar aponta que as videiras no Rio Grande do Sul estão avançando em diferentes estágios de desenvolvimento, exigindo manejo ativo e monitoramento constante nas principais regiões produtoras do estado.

Caxias do Sul: crescimento vegetativo estável

Na regional de Caxias do Sul, as videiras seguem em pleno desenvolvimento vegetativo, sem maiores problemas relacionados a doenças fúngicas ou pragas.

O boletim informa que a composição da maioria das variedades já foi concluída ou está próxima do fim. Apesar do registro de desavinho em algumas cultivares, o fenômeno não provocou perdas significativas até o momento.

Frederico Westphalen: diferentes estágios de maturação

Em Frederico Westphalen, o avanço das videiras acompanha o ciclo específico de cada variedade:

  • Vênus: início da compactação do cacho ao início da maturação;
  • Bordô, Niágara Rosada e Niágara Branca: início da compactação do cacho;
  • Seyve Villard e Carmem: da limpeza do cacho ao estágio de grão “ervilha”;
  • Lorena e Itália: permanecem na fase de grão “chumbinho”.
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Na cidade de Alpestre, os produtores realizam práticas típicas da primavera, incluindo desbrota, desponta, desfolha, tutoramento, amarração dos ramos e adubação foliar. O monitoramento de doenças como míldio, oídio e podridão-da-uva-madura segue ativo. O boletim também destaca que houve abortamento de flores na cultivar Bordô, reduzindo o risco de quebra de safra.

Soledade: definição da produção e formação de bagos

Na regional de Soledade, as videiras estão na fase de definição da produção e formação de bagos.

O manejo fitossanitário continua voltado para o controle de doenças iniciais da fase reprodutiva, como antracnose e escoriose, além do monitoramento preventivo de míldio. Também é realizada a poda verde, essencial para a saúde e produtividade das plantas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cacau oscila perto de US$ 4 mil por tonelada com atenção ao clima na África Ocidental

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O mercado internacional de cacau opera em um cenário de acomodação de preços, com as cotações se mantendo próximas da faixa de US$ 4 mil por tonelada. Após semanas de forte volatilidade, o ativo passa por um movimento de consolidação, influenciado principalmente por fatores climáticos nas principais regiões produtoras.

De acordo com análise da StoneX, o contrato CCN6 apresentou leve oscilação recente, saindo de US$ 3.895 por tonelada na última segunda-feira para US$ 3.831 por tonelada nesta semana, reforçando a tendência de estabilidade no curto prazo.

Clima segue como principal fator de atenção no mercado

O comportamento das cotações indica que o mercado aguarda novos gatilhos para definir uma direção mais clara para os preços. Entre os principais elementos de atenção está a evolução das condições climáticas na África Ocidental, especialmente diante da influência de padrões atmosféricos associados ao fenômeno El Niño.

Na Costa do Marfim e em Gana, responsáveis pela maior parte da produção global de cacau, as chuvas acima da média têm contribuído para manter bons níveis de umidade do solo. Esse cenário favorece o desenvolvimento da safra intermediária e sustenta, no curto prazo, a expectativa de produção considerada satisfatória.

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Excesso de chuvas já preocupa agentes do mercado

Apesar dos impactos positivos iniciais, o excesso de precipitações começa a gerar preocupação entre analistas e agentes do setor. As previsões climáticas indicam volumes entre 50 e 150 milímetros acima da média em algumas áreas produtoras nos próximos 15 dias.

Esse quadro pode trazer efeitos adversos para as lavouras, como aumento da incidência de doenças fúngicas, dificuldades operacionais no manejo agrícola e possíveis impactos na qualidade das amêndoas.

Mercado segue em compasso de espera

Com o cenário ainda indefinido, o mercado internacional de cacau permanece operando dentro de uma faixa estreita de preços, refletindo o equilíbrio temporário entre oferta e demanda.

Enquanto não surgem novos fatores capazes de alterar significativamente as expectativas, investidores e traders seguem monitorando de perto o avanço das chuvas na África Ocidental. Qualquer mudança mais relevante no quadro climático pode voltar a influenciar diretamente as cotações internacionais do cacau nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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