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Vittia lança podcast “VitExpert” para levar conhecimento técnico ao produtor rural

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A Vittia, empresa nacional líder em tecnologias para nutrição e defesa de cultivos, estreia o Podcast VitExpert, uma iniciativa que visa democratizar o acesso a informações técnicas e estratégicas para o campo. Com episódios mensais, o projeto reúne pesquisadores, consultores e produtores para debates sobre os principais desafios e soluções do agronegócio brasileiro.

Segundo a empresa, o podcast é uma extensão do evento VitExpert, já reconhecido por promover a disseminação de biotecnologia e inovações na agricultura. O formato digital torna o conteúdo mais acessível e dinâmico, com episódios disponíveis nas principais plataformas de áudio do país.

Conteúdo do podcast foca em produtividade e inovação

A cada mês, o VitExpert recebe especialistas de todo o país para abordar temas essenciais para o campo, incluindo manejo sustentável, uso de bioinsumos e tendências de produtividade. A gerente de marketing da Vittia, Maíra Sírio, destaca o compromisso da empresa com o conhecimento técnico:

“O VitExpert sempre foi um espaço de troca de experiências, pautado pela credibilidade técnica. Ao levar esse conteúdo para o formato podcast, reforçamos nosso compromisso com o conhecimento, valorizando produtores, pesquisadores, universidades e profissionais que movem o agro no Brasil.”

Com a iniciativa, a Vittia reforça seu papel de parceira do produtor rural, oferecendo soluções que unem inovação, rentabilidade e sustentabilidade.

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Primeiro episódio já está disponível

O episódio de estreia do podcast aborda o tema “Produtividade Sustentável: o avanço do controle biológico no campo”. A conversa contou com a participação do fitopatologista Wagner Bettiol, pesquisador da Embrapa e docente das disciplinas de Controle Biológico de Doenças de Plantas na Unesp/Botucatu e na UFLA.

A apresentação ficou a cargo da jornalista especializada em agronegócios Carla Mendes, reconhecida por três anos consecutivos no prêmio Jornalistas +Admirados da Imprensa do Agronegócio.

Disponibilidade e acesso

O VitExpert está disponível nas principais plataformas de áudio, permitindo que produtores, técnicos e interessados em agronegócio acompanhem discussões sobre inovação, manejo sustentável e produtividade de forma prática e acessível.

VitExpert no Youtube – – VitExpert no Spotify

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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