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VLI estende prazo de inscrições para Programa de Trainee 2026 com foco em operações

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A VLI, companhia especializada em soluções logísticas que atua em ferrovias, portos e terminais, prorrogou o prazo de inscrições para o Programa Trainee de Operações 2026. Os interessados agora podem se candidatar até 24 de outubro, por meio do site www.vli-logistica.com.br/trainee-2026.

O programa oferece 15 vagas distribuídas em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Maranhão. Candidatos de outros estados podem concorrer desde que tenham disponibilidade para mudança.

Requisitos para participar do Programa Trainee

Podem se candidatar profissionais formados entre julho de 2020 e julho de 2025 nas áreas de Engenharia Mecânica, Elétrica, de Automação ou Civil, com experiência em operações logísticas ou industriais — estágios e programas de aprendizagem também são considerados válidos.

Outros critérios incluem:

  • Inglês em nível intermediário;
  • Capacidade de se relacionar e comunicar com diferentes perfis;
  • Curiosidade, resiliência e adaptabilidade;
  • Responsabilidade, maturidade e foco em segurança;
  • Iniciativa, desenvoltura para questionar com bons argumentos e tomar decisões de qualidade.
Perfil do trainee ideal

Segundo Rute Melo Araújo, diretora-executiva de Gente, Serviços e Sustentabilidade da VLI:

“Buscamos trainees que se identificam com a operação em campo e têm interesse técnico em sua área. Morar ou se formar em grandes centros não é essencial. Valorizamos profissionais que reconhecem o potencial de sua localidade e estão abertos a mudanças. A pessoa ideal gosta de ‘colocar a mão na massa’, propor melhorias de processos, contribuir com inovações do dia a dia e tomar decisões estratégicas alinhadas com a realidade operacional, agregando valor à cadeia logística e ao negócio.”

Estrutura do Programa Trainee

O programa terá duração de 12 meses e inclui pós-graduação reconhecida pelo Ministério da Educação, em parceria com a Universidade Corporativa da VLI.

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O salário será compatível com o mercado e será informado ao longo do processo seletivo.

Benefícios oferecidos aos trainees

Os participantes terão direito a:

  • Vale-refeição e vale-alimentação;
  • Vale-transporte e/ou ônibus fretado;
  • Assistência médica e odontológica;
  • Plano de previdência complementar;
  • Participação nos lucros e resultados;
  • Plataforma de academias Wellhub;
  • Desenvolvimento profissional por meio da Universidade Corporativa;
  • Cesta de Natal;
  • Auxílio-creche ou auxílio-babá;
  • Rede de descontos em lojas, restaurantes, salões e outros.

Programa de Trainee 2026

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Solo mais saudável está associado a 30% menos doenças na batata

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Lavouras de batata com maior atividade biológica no solo apresentaram incidência de doenças cerca de 30% menor, segundo pesquisa conduzida pelo Instituto Federal Goiano (IF Goiano). Iniciado em 2021, o trabalho acompanhou áreas produtoras de Goiás, Paraná e São Paulo e avaliou o uso de plantas de cobertura e bioinsumos na recuperação de solos submetidos ao cultivo intensivo.

O estudo foi desenvolvido no âmbito das Demo Farms, fazendas demonstrativas mantidas pela Syngenta para testar tecnologias e práticas de agricultura regenerativa a partir de problemas enfrentados pelos produtores. A empresa mantém projetos de pesquisa em parceria com o IF Goiano.

Para medir a atividade biológica, os pesquisadores utilizaram a Bioanálise de Solo (BioAS), metodologia desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e lançada em 2020. A ferramenta avalia a atividade das enzimas beta-glucosidase e arilsulfatase, relacionadas, respectivamente, aos ciclos do carbono e do enxofre no solo.

A presença e a atividade dessas enzimas funcionam como indicadores do trabalho realizado pelos microrganismos. Quanto maior a atividade enzimática, em geral, mais ativo está o componente biológico do solo.

Nos parâmetros adotados pela pesquisa, valores de beta-glucosidase acima de 100 pontos e de arilsulfatase entre 40 e 50 pontos foram associados a solos em boas condições biológicas. Esses números, porém, precisam ser interpretados de acordo com o tipo de solo, o histórico da área e o sistema de manejo.

A BioAS não identifica quais bactérias, fungos ou outros microrganismos estão presentes. Para isso, são necessárias análises mais complexas, como a metagenômica, que examina o material genético encontrado nas amostras. A metodologia da Embrapa oferece um diagnóstico mais simples e de menor custo sobre o nível geral da atividade biológica.

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Originalmente utilizada em lavouras de grãos, a ferramenta foi aplicada pelo IF Goiano ao cultivo de batata. A equipe constatou que as áreas com maior atividade de beta-glucosidase também apresentavam menor incidência de enfermidades nos tubérculos.

Entre os problemas observados estavam a sarna comum e a podridão mole. A sarna comum da batata, causada por diferentes espécies de bactérias do gênero Streptomyces, prejudica a aparência e o valor comercial dos tubérculos, além de provocar perdas aos produtores.

Os resultados mostraram uma correlação estatisticamente significativa entre a melhora dos indicadores biológicos e a redução das doenças. Nas áreas acompanhadas, o recuo da incidência ficou em torno de 30%.

A hipótese dos pesquisadores é que comunidades microbianas mais diversificadas aumentem a capacidade de o solo limitar a atuação de organismos causadores de doenças. É o chamado solo supressivo, no qual a competição entre microrganismos ajuda a dificultar a multiplicação dos patógenos.

A associação encontrada no estudo não significa, entretanto, que a atividade biológica seja o único fator responsável pelo controle das enfermidades. Qualidade das sementes, umidade, temperatura, irrigação, drenagem e rotação de culturas também interferem na sanidade das lavouras.

A pesquisa verificou ainda que o cultivo contínuo de batata reduz a diversidade da comunidade microbiana ao longo das safras. A introdução de plantas de cobertura ajudou a reverter parte desse processo.

Nas áreas que incorporaram essas espécies ao sistema produtivo, a diversidade de bactérias benéficas se aproximou da encontrada em matas nativas e superou a registrada em terrenos cultivados exclusivamente com batata.

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As plantas de cobertura mantêm raízes vivas por mais tempo, acrescentam matéria orgânica e fornecem alimento aos microrganismos. Também protegem o terreno contra erosão, ajudam na conservação da umidade e podem interromper ciclos de pragas e doenças.

A partir dos primeiros resultados, o projeto passou a concentrar esforços não apenas no diagnóstico, mas também na recuperação da saúde do solo. Os protocolos avaliados combinam plantas de cobertura, bioinsumos e ajustes no manejo.

A melhora das condições das áreas já cultivadas também trouxe efeito econômico. Com solos mais equilibrados e menor ocorrência de problemas nos tubérculos, produtores conseguiram reduzir a necessidade de arrendar terrenos mais distantes para abrir novas lavouras.

A iniciativa começou em pouco mais de 200 hectares pertencentes a um produtor. Atualmente, as práticas avaliadas no projeto já são adotadas em mais de 2 mil hectares, considerando os participantes da pesquisa e outros agricultores que incorporaram o manejo.

Os pesquisadores agora avaliam quais plantas de cobertura apresentam melhor desempenho diante de doenças específicas da batata. O objetivo é transformar os indicadores biológicos em recomendações práticas, sem tratar a BioAS como substituta das demais análises agronômicas ou das medidas de manejo integrado.

Os resultados reforçam que a produtividade da batata não depende apenas de fertilizantes, defensivos e irrigação. A condição biológica do solo também pode determinar a resposta das lavouras às tecnologias empregadas e a capacidade do sistema produtivo de enfrentar doenças.

Fonte: Pensar Agro

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