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Feijó: MPAC recorre de decisão e obtém prisão preventiva de homem acusado de estuprar a filha e a enteada

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Feijó, obteve, perante a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Acre, decisão que determinou a prisão preventiva de um homem investigado por crimes de violência sexual e violência doméstica no município.

A decisão acolheu recurso apresentado pelo MPAC após a Vara Criminal da comarca ter negado, inicialmente, o pedido de prisão.

O caso envolve a apuração de estupro contra uma criança de três anos, filha biológica do investigado, e contra uma adolescente de 14 anos, sua enteada, além de relatos de agressões, ameaças e violência psicológica praticadas contra a companheira.

Segundo os autos, as agressões incluíam empurrões, tapas, chutes e puxões de cabelo, além de xingamentos e intimidações constantes, muitas vezes na presença dos filhos. Também há relatos de ameaças de morte e de incêndio da residência da família, o que gerou um cenário de medo permanente entre a mulher e as crianças.

No recurso, o Ministério Público sustentou que a permanência do investigado em liberdade representa risco concreto às vítimas, diante da gravidade dos fatos, do histórico de violência e da possibilidade de repetição das agressões.

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A Câmara Criminal do TJAC considerou procedentes os argumentos apresentados pelo MPAC e entendeu que a prisão é necessária para garantir a proteção da mulher e das crianças.

O recurso foi apresentado pela promotora de Justiça Giovana Kohata de Toledo Postali Stachetti. Em segundo grau, a procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues manifestou-se favoravelmente ao pedido do Ministério Público.

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC projeta Casa da Cidadania para integrar serviços de atendimento à população

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta terça-feira, 13, uma reunião para discutir a implantação da Casa da Cidadania, iniciativa que pretende reunir, em um mesmo espaço, diferentes órgãos da instituição voltados ao atendimento da população. A proposta prevê a instalação da unidade no centro de Rio Branco.

A reunião contou com a participação do procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto; da corregedora-geral, Patrícia de Amorim Rêgo; da procuradora-geral adjunta da Criança, do Adolescente e da Educação, ouvidora-geral, Kátia Rejane de Araújo; e do secretário dos Órgãos Colegiados, Lucivan Nery.

A Casa da Cidadania está sendo planejada para funcionar como um espaço integrado de acolhimento, orientação e encaminhamento das demandas apresentadas pela população. A ideia é concentrar diferentes portas de entrada do MPAC em uma estrutura que facilite o acesso aos serviços, promova a articulação entre as unidades e torne o atendimento mais ágil e humanizado.

Entre os órgãos previstos para compor a estrutura estão a Ouvidoria-Geral e a Ouvidoria da Mulher, o Centro de Atendimento à Vítima (CAV), o Centro de Acolhimento ao Cidadão, o Núcleo de Apoio e Atendimento Psicossocial (Natera), o Núcleo de Promoção de Igualdade Racial e Indígena (Nupin) e a Promotoria Comunitária.

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Outro serviço previsto é o Centro de Autocomposição (Compor), que está em fase de estruturação e será voltado à resolução consensual de conflitos. A implantação do centro terá como referência experiências desenvolvidas pelos Ministérios Públicos de Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro.

O procurador-geral de Justiça destacou que a implantação da Casa da Cidadania integra as iniciativas de aprimoramento do atendimento ao público e de aproximação do MPAC com a sociedade. “Com a concentração desses serviços, a instituição pretende oferecer um ambiente de acolhimento e escuta, no qual as cidadãs e os cidadãos possam buscar orientação, apresentar demandas e acessar os mecanismos de proteção de seus direitos”, ressaltou.

Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação/ MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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