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MPAC discute direitos das pessoas com fibromialgia em reunião com associação

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde, Pessoa Idosa e Pessoa com Deficiência (Caop Saúde-DI), recebeu, na manhã desta terça-feira, 7, representantes da Associação de Fibromiálgicos do Estado do Acre – Daniel Lenz (Afibrac-DL) para discutir a implementação da Lei n.º 15.176/2025, que institui o Programa Nacional de Proteção aos Direitos da Pessoa acometida por Síndrome de Fibromialgia, Síndrome da Fadiga Crônica, Síndrome Complexa de Dor Regional e outras doenças correlatas.

A reunião foi realizada na sede da instituição, em Rio Branco, com a participação da procuradora de Justiça e coordenadora do Caop Saúde-DI, Gilcely Evangelista, e do promotor de Justiça da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e Pessoa com Deficiência, José Lucivan Nery.

Durante o encontro, foram debatidas ações para ampliar a visibilidade da fibromialgia, combater o preconceito e esclarecer dúvidas sobre os direitos previstos na nova legislação, além de questões relacionadas ao atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e aos benefícios previdenciários desse público.

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Entre os encaminhamentos definidos está a realização de um seminário sobre fibromialgia, voltado à divulgação da Lei n.º 15.176/2025 e ao fortalecimento da articulação entre as instituições responsáveis pela promoção e defesa dos direitos das pessoas com a condição. O MPAC também orientou a associação sobre os encaminhamentos das demandas apresentadas junto aos órgãos e áreas competentes.

Ao colocar o MPAC à disposição para apoiar a iniciativa, a procuradora de Justiça Gilcely Evangelista destacou que a instituição continuará acompanhando as demandas da associação e contribuirá para ampliar o conhecimento sobre a nova legislação. Segundo ela, o seminário será uma oportunidade de fortalecer a rede de proteção e orientar a população sobre os direitos assegurados às pessoas com fibromialgia.

O promotor de Justiça José Lucivan Nery ressaltou a importância da mobilização da sociedade civil e da criação da Lei n.º 15.176/2025 para a efetivação de direitos. “Fiquei muito satisfeito com a reunião e em ver uma associação organizada em defesa dessa causa. A nova lei representa um avanço para esse público, e o Ministério Público tem um papel importante na defesa dessas pessoas, que ainda enfrentam muita vulnerabilidade e sofrimento. Também me coloquei à disposição para palestrar no seminário sobre a nova legislação e os direitos que ela assegura”, afirmou.

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Para a presidente da Afibrac-DL, Rosilene Queiroz, o encontro representa um avanço na construção de políticas voltadas às pessoas com fibromialgia. “Saímos muito felizes com o apoio do Ministério Público à causa da fibromialgia. Esse apoio ajuda a dar mais visibilidade ao tema. O Ministério Público prontamente assumiu o compromisso de promover um seminário, que será muito importante e um marco para o Acre ao ampliar o debate sobre a fibromialgia e os direitos das pessoas com essa condição”, concluiu.

Fotos: Jean Oliveira
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.

Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.

Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.

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As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.

Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.

O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.

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Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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