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MPAC e Polícia Civil reforçam articulação para o enfrentamento à violência contra mulheres
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Atendimento à Vítima (CAV) e do Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero), realizou, na última quinta-feira, 5, uma reunião com representantes da Polícia Civil para fortalecer a articulação institucional voltada ao enfrentamento à violência contra mulheres. O encontro ocorreu na sala do Observatório de Violência de Gênero, no prédio do MPAC, em Rio Branco.
O encontro contou com a participação da promotora de Justiça Bianca Bernardes, coordenadora do CAV e do OBSGênero, e das delegadas de Polícia Civil Elenice Frez, Juliana De Angelis, Michelle Boscaro e Kelcinaira Firmino, representantes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), responsável por atender casos de violência contra a mulher.
Durante o encontro, foram discutidas estratégias para ampliar a integração entre as instituições e aprimorar o atendimento às mulheres em situação de violência. Entre os temas abordados, destacaram-se iniciativas desenvolvidas pela Polícia Civil para qualificar o acolhimento às vítimas, bem como ações voltadas à humanização do atendimento nas delegacias.


“A gente discutiu estratégias para ampliar a integração entre as instituições e aprimorar o atendimento às mulheres em situação de violência. Foi muito interessante porque, a partir dessa roda de conversa, foram apresentadas as experiências e projetos que fortalecem essa rede de proteção. Discutimos, inclusive, a necessidade de ampliar esses projetos. Foi uma reunião muito profícua em que o Ministério Público junto à Polícia Civil do Acre reafirmaram o compromisso do trabalho em conjunto”, explicou a promotora de Justiça Bianca Bernardes.
Fonte: Ministério Publico – AC
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Agosto Cibernético: MPAC promove palestras sobre investigação digital e contrainteligência
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), iniciou, nesta sexta-feira, 14, o ciclo de palestras “Sextas Cibernéticas”, como parte do Agosto Cibernético. A iniciativa reúne especialistas para abordar temas relacionados à investigação digital, inteligência e segurança da informação. A atividade foi realizada no auditório do prédio-sede do MPAC e também integra as ações do Programa “MP + Seguro”, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Durante a abertura, a diretora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), promotora de Justiça Joana D’Arc Dias Martin, que representou o procurador-geral de Justiça na ocasião, destacou os desafios impostos pela transformação digital à atuação do Ministério Público.
“A tecnologia muda, as ferramentas mudam, os meios utilizados para cometer infrações mudam, as formas de produzir e armazenar informações mudam, mas permanece a necessidade de proteger direitos, permanece a necessidade de responsabilizar aqueles que violam a lei, permanece a necessidade de proteger as vítimas e permanece a responsabilidade do Ministério Público de atuar em defesa da sociedade”, afirmou.
O coordenador do NAT, Rodrigo Curti, ressaltou a importância da cultura de inteligência e da proteção das informações sob responsabilidade da instituição.
“Esse trabalho é um resgate da cultura da inteligência no MPAC. Precisamos ter em mente que o nosso trabalho é um local onde trabalhamos com informações sensíveis, que dizem respeito à vida das pessoas, à intimidade das pessoas, à personalidade das pessoas”, destacou.
Investigação Criminal Tecnológica e a Produção de Prova Digital

A primeira palestra foi ministrada pelo comissário da Polícia Civil Jamil Darub Trelles, assessor técnico da Direção-Geral da Polícia Civil do Estado do Acre. A exposição abordou o uso de recursos tecnológicos na investigação criminal, a produção de prova digital e os cuidados necessários para a obtenção de informações dentro dos limites legais.
Jamil também tratou de ferramentas e técnicas utilizadas na análise de informações disponíveis no ambiente digital, destacando a importância de procedimentos adequados para garantir a validade dos elementos obtidos durante uma investigação.
Contrainteligência: proteção de conhecimentos e ativos sensíveis
Na sequência, o superintendente estadual da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no Acre, Éder Manfrin Nonato, falou sobre contrainteligência, com foco na proteção de conhecimentos e ativos sensíveis e nos riscos que podem atingir instituições e agentes públicos.

Durante a palestra, ele abordou ameaças relacionadas à obtenção de informações por meios humanos e tecnológicos, além de aspectos de espionagem, sabotagem e abordagens direcionadas a pessoas que lidam com informações sensíveis. Éder também destacou a importância da cautela no tratamento e compartilhamento de informações relacionadas ao trabalho.
Agosto Cibernético
A programação do Agosto Cibernético segue nos dias 21 e 28 de agosto, com novas palestras sobre segurança institucional, cibersegurança, investigação digital, proteção de dados e inteligência.
Fotos: Jean Oliveira
Fonte: Ministério Publico – AC
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