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MPAC inicia treinamento voltado à padronização de procedimentos administrativos do CAV
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), iniciou, na última sexta-feira, 10, o Ciclo de Alinhamento Técnico e Padronização das Rotinas Administrativas no Sistema de Automação da Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (SAJ/MPAC). A iniciativa tem como objetivo aperfeiçoar as rotinas administrativas da unidade, padronizar procedimentos internos e fortalecer a qualificação contínua da equipe.
A capacitação será realizada em quatro encontros semanais, destinados a servidores e estagiários do CAV. Durante as atividades, serão abordadas as principais funcionalidades do sistema utilizadas no fluxo de trabalho da unidade, por meio de uma metodologia prática e direcionada às demandas cotidianas.
O ciclo integra a política de educação permanente do MPAC e reafirma o compromisso institucional com a melhoria contínua dos serviços prestados à sociedade, por meio do aperfeiçoamento profissional de seus integrantes e do aprimoramento dos processos internos.
Além dos encontros formativos, a iniciativa conta com material didático elaborado especificamente para atender às necessidades operacionais do Centro de Atendimento à Vítima, servindo como instrumento de apoio às atividades desenvolvidas pela equipe.
Sob a coordenação da promotora de Justiça Bianca Bernardes de Moraes, o CAV atua no acolhimento e atendimento especializado às vítimas de violência e seus familiares, promovendo ações voltadas à proteção de direitos e ao fortalecimento da rede de apoio.
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.
Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.
Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.
As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.
O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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