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MPAC participa de reunião sobre preparativos para a Cavalgada 2026
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, na tarde desta segunda-feira, 20, de reunião promovida pelo governo do Estado, na Casa Civil, para alinhar os preparativos para a realização da Cavalgada 2026, em Rio Branco. O MPAC foi representado pelo promotor de Justiça Rodrigo Curti, titular da Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública.
Durante o encontro, foram discutidas as ações de planejamento, coordenação e execução necessárias para a realização do evento. A participação do MPAC integra o acompanhamento institucional das medidas voltadas à organização da Cavalgada, contribuindo para o diálogo entre os órgãos envolvidos e para o planejamento das ações relacionadas à segurança pública e ao ordenamento da programação.
Tradicionalmente, a Cavalgada marca a abertura da Expoacre e, neste ano, será realizada no dia 1º de agosto. A concentração está prevista para as 7h, na Gameleira, com largada às 8h. Conforme a organização, o desfile seguirá o formato adotado em edições anteriores, com cavalos na primeira ala, seguidos por jeeps e quadriciclos.
Também foram apresentados os cronogramas de inscrição para os participantes. As inscrições para jeeps e quadriciclos seguem de 20 a 30 de julho, na Secretaria de Estado de Turismo (Sete). Já os participantes com cavalos poderão se inscrever entre os dias 27 e 31 de julho, no Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Acre (Idaf).
A Cavalgada integra a programação da Expoacre 2026, que será realizada de 1º a 9 de agosto, em Rio Branco. Considerada a maior feira de agronegócios do estado, a Expoacre reúne exposições de máquinas, leilões de gado, rodeio, feiras de animais, apresentação de tecnologias voltadas à agricultura familiar e à pecuária, além de atrações musicais nacionais.
Fotos: Jean Oliveira
Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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Cruzeiro do Sul: MPAC apura possíveis falhas estruturais e casos reiterados de violência obstétrica na Maternidade do Juruá
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Cruzeiro do Sul, instaurou inquérito civil para apurar possíveis falhas estruturais, administrativas, assistenciais e funcionais na prestação dos serviços obstétricos e neonatais da Maternidade do Juruá.
De acordo com a promotora de Justiça substituta Taís Milhomem, o objetivo é verificar a existência de práticas reiteradas que possam caracterizar violência obstétrica, negligência ou descumprimento de protocolos técnicos, visando a adoção das medidas legais cabíveis para assegurar a qualidade da assistência prestada às gestantes e aos recém-nascidos.
O inquérito tem como um dos fundamentos uma notícia de fato instaurada apurar denúncia de suposta violência obstétrica durante um parto realizado na unidade em julho deste ano. No procedimento, o MPAC requisitou prontuários médicos, escalas de plantão e informações funcionais dos profissionais envolvidos, além de comunicar o Conselho Regional de Medicina e o Conselho Regional de Enfermagem para adoção das providências.
O MPAC também constatou a existência de outros procedimentos extrajudiciais em tramitação e determinou o aproveitamento das informações já produzidas que tratam de fatos semelhantes e o levantamento de outras investigações relacionadas à Maternidade do Juruá, a fim de possibilitar uma análise conjunta sobre eventual repetição de irregularidades e falhas na prestação do serviço.
As supostas condutas e negligências violam a Lei nº 11.108/2005, a Política Nacional de Humanização, as diretrizes da Rede Cegonha e as recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, as quais estabelecem parâmetros para a assistência humanizada ao parto, vedando a adoção de práticas obstétricas desnecessárias, degradantes ou potencialmente lesivas à saúde materna e neonatal.
A investigação poderá resultar na adoção de medidas como a expedição de recomendações, a celebração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou o ajuizamento de ação civil pública, além de outras providências necessárias para garantir um atendimento obstétrico e neonatal adequado e proteger os direitos das gestantes, dos recém-nascidos e da população.
Samia Roberta – Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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