MPAC
MPAC sedia 1º Encontro de Corregedores com atuação no Acre
MP AC
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Corregedoria-Geral, sediou, nesta sexta-feira (23), em sua sala de sessões, o 1º Encontro de Corregedores com atuação no estado do Acre. O evento teve como objetivo estreitar relações entre as corregedorias com atuação no estado, promovendo o compartilhamento de experiências, articulação para a realização de ações conjuntas, além de facilitar a troca de informações entre os órgãos com o intuito de proporcionar mais agilidade e melhorar o atendimento ao cidadão.

Foto: Tiago Teles
Pelo MPAC, estiveram presentes o corregedor-geral do MPAC, Álvaro Luiz Araújo Pereira, o secretário geral da Corregedoria, Whashington Moreira, e os promotores corregedores Nelma Araújo e Alekine Lopes. Também participaram o corregedor-geral de Justiça, desembargador Élcio Sabo Mendes Júnior, o representante do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/AC, Andrias Sarquis, o corregedor nacional do MP, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, além de corregedores da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Iapen, Corpo de Bombeiros, Defensoria Pública do Acre, Câmara Municipal de Rio Branco, Procuradoria Geral do Estado e Ministério Público de Contas.
O corregedor-geral do MPAC abriu o encontro destacando que a iniciativa é um primeiro passo para uma maior aproximação entre as corregedorias do Acre e que a expectativa é formar um foro permanente com encontros periódicos. “Queremos estabelecer um diálogo inicial, nos conhecermos e formamos uma verdadeira network, a fim de que possamos conseguir, com essa aproximação, trocar informações de maneira direta e trazer as respostas com mais agilidade. Nossa ideia é que a Corregedoria seja um centro de irradiação de boas práticas e de fomento a práticas institucionais”, disse.
Participando por videoconferência, o corregedor nacional do Ministério Público ressaltou que é preciso fortalecer as corregedorias buscando o estabelecimento de ações estratégicas integradas para as instituições que elas representam. “Este é um momento de compartilhar ideias e trocar soluções comuns para questões semelhantes. Essa atuação conjunta, por meio do diálogo, da integração e da parceria, fortalece a instituição e permite a atuação comum em prol da sociedade”, frisou.
O corregedor-geral de Justiça, desembargador Élcio Sabo Mendes Júnior, falou sobre o papel das corregedorias e a importância do encontro. “Coloco sempre a Corregedoria como um coração, é o que faz pulsar toda a instituição que está em volta. É através dela que se estabelecem referências internas e exemplos a serem guiados externamente pela sociedade em geral. Momentos como este são importantes para que conheçamos sobre o dia a dia de cada instituição presente e saibamos estabelecer alinhamentos internos para que nossas instituições sejam guias na construção de um país cada vez melhor”, ressaltou.

Foto: Tiago Teles
Na ocasião, os participantes apresentaram a composição e os desafios das corregedorias de cada órgão. Um próximo encontro foi definido, previsto para o dia 18 de novembro, com a proposta de discussão de pautas específicas.
MP AC
Corregedoria-Geral do MPAC realiza correições em Feijó e Manoel Urbano com foco em diálogo institucional e fortalecimento da atuação ministerial
A Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou correições ordinárias nas Promotorias de Justiça de Feijó e Manoel Urbano, dando continuidade ao ciclo correicional de 2026 no interior do estado. As atividades envolveram reuniões institucionais, entrevistas, análise de procedimentos, escuta de membros, servidores e representantes da rede de proteção, além de visitas a órgãos e instituições parceiras.
O novo modelo correicional adotado pelo MPAC prioriza uma atuação orientativa e estratégica, voltada não apenas à análise da produtividade das unidades ministeriais, mas também à compreensão das realidades locais, das condições de trabalho e dos principais desafios enfrentados nas comarcas.
A corregedora-geral do MPAC, procuradora de Justiça Patrícia Rêgo, destacou que a correição é uma ferramenta de inteligência institucional voltada ao aprimoramento dos serviços prestados à população.
“A correição é um momento de inteligência institucional. Ela é uma ferramenta que ajuda a gestão a melhorar o desempenho e a atuação do Ministério Público. É um momento de diálogo com o promotor de Justiça, de escuta da comunidade, da rede de proteção e dos demais poderes que fazem essa relação do dia a dia com o Ministério Público”, afirmou.

Durante as atividades, a equipe da Corregedoria também realizou reuniões com servidores, conferência de dados institucionais, verificação documental e diálogo com órgãos da rede de atendimento e proteção social dos municípios. O trabalho incluiu ainda visitas institucionais e avaliação das demandas mais sensíveis de cada território, especialmente nas áreas de saúde mental, violência doméstica, infância e adolescência e políticas públicas.
O promotor corregedor e secretário-geral da Corregedoria, Carlos Pescador, ressaltou o caráter preventivo e colaborativo da atuação correicional.
“A gente não quer esse viés punitivo da correição, algo que soe, de alguma forma, negativo. Obviamente, o que tiver que ser corrigido vai ser corrigido, mas, sobretudo, com o entendimento de que essa correição é para o bem da instituição, dos membros, dos servidores e, principalmente, da população, que é a quem devemos prestar contas diariamente”, afirmou.
A promotora de Justiça de Manoel Urbano, Julia Fernandes, destacou a importância do contato próximo da Corregedoria com as unidades do interior e da construção conjunta de prioridades institucionais alinhadas às necessidades locais.
“Esse contato próximo e, no interior principalmente, eles vindo ver a nossa realidade, a realidade estrutural, é muito importante e enriquecedor. Quem ganha principalmente com a correição é a população local, no sentido de alinhar as ações do promotor de Justiça ao que aquele município e aquela população precisam”, disse.
A promotora de Justiça de Feijó, Giovana Kohata, também destacou a importância da atuação correicional para o fortalecimento institucional e o aprimoramento do trabalho desenvolvido pelo Ministério Público.
“Hoje nós tivemos a satisfação de receber a Corregedoria do Ministério Público do Estado do Acre aqui em Feijó. É uma oportunidade para a instituição avaliar o trabalho do Ministério Público na cidade, tanto de maneira interna quanto externa, observando também o relacionamento com as outras instituições. Além disso, é um momento em que ajustes podem ser feitos. Então, é um ganho tanto para o Ministério Público quanto para a sociedade”, afirmou.


O modelo correicional em desenvolvimento pelo MPAC busca fortalecer a atuação ministerial a partir de uma visão mais ampla das necessidades locais, considerando aspectos relacionados à estrutura das unidades, à integração institucional, à saúde mental, à organização do trabalho e às demandas sociais identificadas em cada território.
Tiago Teles – Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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