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Operação integrada resulta na prisão de liderança de organização criminosa no Acre
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Uma ação conjunta entre o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), deflagrada na tarde deste domingo, 22, resultou na prisão de um homem apontado como uma das principais lideranças de uma organização criminosa com forte atuação em território acreano.
O investigado é considerado um alvo estratégico devido ao seu alto nível de influência na tomada de decisões do grupo. Contra ele, havia um mandado de prisão em aberto, expedido pela Vara Estadual de Jurisdição de Garantias, pelo crime de integrar organização criminosa. A captura foi concretizada após um período de monitoramento rigoroso, que permitiu às equipes identificar com precisão o paradeiro do investigado e confirmar seu papel fundamental na coordenação logística e na expansão das atividades ilícitas da facção.
De acordo com o coordenador do Gaeco/MPAC, promotor de Justiça Antônio Alceste Callil de Castro, a integração plena entre as instituições foi o diferencial para o sucesso da missão. O promotor destacou que a prisão de uma liderança deste escalão desarticula a cadeia de comando e interfere diretamente na logística e no fluxo das atividades ilícitas.
“Ao retirar de circulação um indivíduo com alto poder de decisão, as instituições conseguem interromper a transmissão de ordens e enfraquecer a estrutura hierárquica do grupo. Além disso, essa ação isola comunicações estratégicas e reafirma a presença do Estado, refletindo imediatamente na redução de crimes conexos e na desestabilização de planos de expansão da facção no território”, pontuou o promotor.
O delegado Gustavo Neves, titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, enfatizou que: “É fundamental destacar que o sucesso desta operação só foi possível graças ao trabalho interinstitucional realizado entre a Polícia Civil do Acre, o Gaeco e a Polícia Rodoviária Federal, que conseguiu prender importante liderança da facção Bonde dos 13, como resultado de uma investigação conduzida pela Draco da PCAC. Com essa captura, a Polícia Civil reafirma seu compromisso de sufocar o crime organizado, atacando não apenas a base, mas principalmente a cúpula que coordena a violência em nosso estado.”
Fonte: Ministério Publico – AC
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Manoel Urbano: MPAC obtém prisão preventiva de investigado por violência sexual contra criança de 10 anos
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Manoel Urbano, obteve na Justiça a decretação da prisão preventiva de um investigado pelos crimes de estupro de vulnerável e ameaça contra uma criança de 10 anos de idade. O mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Civil na quinta-feira, 11.
A investigação teve início após uma criança relatar, durante uma palestra sobre prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes realizada em uma escola do município, que havia sido vítima de violência sexual. A partir da comunicação do caso, órgãos da rede de proteção foram acionados para prestar atendimento à criança e adotar as providências necessárias para sua proteção.
Com base nos elementos reunidos, o Ministério Público requereu a prisão preventiva do investigado, além da concessão de medidas protetivas de urgência previstas na Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel) e da produção antecipada de prova por meio de depoimento especial da vítima, instrumento previsto na legislação para assegurar a escuta protegida de crianças e adolescentes vítimas de violência, evitando sua revitimização durante a apuração dos fatos.
Ao analisar o pedido, a Vara Única da Comarca de Manoel Urbano reconheceu a existência de indícios suficientes de autoria e materialidade, bem como a necessidade da prisão para garantia da ordem pública e preservação da instrução criminal. A decisão também destacou a gravidade dos fatos investigados, que teriam ocorrido no contexto familiar, e a existência de relatos de ameaças dirigidas à vítima.
Além da prisão preventiva, foram deferidas medidas protetivas que proíbem a aproximação e qualquer forma de contato do investigado com a vítima, familiares e testemunhas, bem como o acesso a locais frequentados pela criança.
Fonte: Ministério Publico – AC
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