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Procuradora de Justiça Rita de Cássia recebe homenagem do MPAP

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A procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Rita de Cássia Nogueira Lima, participou na última sexta-feira (26), da solenidade em comemoração aos 30 anos do Ministério Público do Estado do Amapá (MPAP).

Durante o evento, a procuradora Rita de Cássia foi condecorada com a Comenda Grau Grão-Colar do Mérito. A homenagem foi concedida a autoridades pela contribuição com o órgão nas três décadas de atuação em prol da sociedade amapaense ou relevantes serviços prestados à Instituição e ao Estado.

Na ocasião, a procuradora-geral de Justiça do MPAP, Ivana Cei, ressaltou a importância do reconhecimento e necessidade de aplaudir a todos que contribuíram com a história da instituição, através da união de forças para garantir avanços e evitar retrocessos nas mais diversas causas.

“Cada um dos agraciados é um importante interlocutor parceiro, pois possuem muita entrega, muito trabalho em favor da população. Cada um de vocês é um vetor essencial na nossa construção histórica. Nós sonhamos um Ministério Público do Estado do Amapá grande e forte e vocês nos ajudaram a chegar até aqui. Parabéns a todos e muito obrigada”, pontuou Ivana Cei.

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Além da procuradora de Justiça Rita de Cássia, receberam também a honraria do grau Grão-Colar do Mérito, a PGJ do MP-AP e presidente do CNPG, Dr.ª vana Cei; o ministro do STJ Dr. Mauro Campbell; o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, desembargador Dr. Rommel Araújo; o senador Davi Alcolumbre; o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Amapá, Dr. Douglas Evangelista; o senador Lucas Barreto; a deputada Federal pelo Amapá, Aline Gurgel; a deputada Federal pelo Amapá, Marcivânia Flexa; o ex-senador do Amapá, João Alberto Capiberibe; e o ex-deputado Federal, Gionilson Borges.

Agência de Notícias do MPAC – Com informações do MPAP

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MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.

As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.

O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.

A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.

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Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.

Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.

As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.

Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.

Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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