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Diretor da PRF diz que operação contra bloqueios em rodovias foi ‘maior da história’
Em meio a acusações de omissão, Silvinei Vasques destacou presença de ‘crianças e idosos’ nos protestos para justificar ‘trabalho complexo’ da corporação.
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O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, divulgou um vídeo nas redes sociais do órgão dizendo que a operação realizada nas rodovias do país para a acabar com os bloqueios realizados por caminhoneiros foi “a maior da história” da corporação. “Nossos policiais federais, homens e mulheres, que estão na estrada, trabalhando desde domingo à noite. Estávamos encerrando uma operação e já iniciamos outra para desbloquear rodovias em todo o Brasil. É a maior operação da história da PRF, com o maior efetivo da história. Todos os policiais, desde segunda-feira, estão nas estradas operando. Estamos trabalhando muito. É uma operação complexa. Nesses bloqueios existem famílias, idosos. Precisamos garantir o direito de ir e vir de todo cidadão”, destacou Vasques, em resposta às acusações de que a PRF se omitiu e colaborou com os protestos, realizados após a eleição presidencial. Os caminhoneiros questionam a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As críticas à PRF começaram no último domingo, 30, quando algumas blitze, principalmente no Nordeste, prejudicaram o transporte de eleitores. Os bloqueios nas rodovias começaram ainda no domingo, tão logo foi anunciado o resultado das urnas. Vídeos feitos em alguns pontos de interdição mostraram policiais rodoviários colaborando com as manifestações. “A corregedoria instaurou procedimento para identificar e punir servidores que tiveram atitudes que não condizem com a cooperação. Estamos verificando as redes para identificar desvios de conduta”, declarou o corregedor-chefe da instituição, Wendel Benevides. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Rodoviária informe até amanhã o número de policiais nas estradas desde o dia 28 de outubro.
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Suspensão de voos nos EUA provoca impacto pontual no Brasil
A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O caos aéreo registrado na manhã desta quarta-feira (11) nos Estados Unidos, onde todas as companhias aéreas tiveram que suspender decolagens das 9h às 11h (horário de Brasília) após uma falha em um sistema, surtiu efeitos pontuais no Brasil.
A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.
Cerca de 4.000 voos sofreram atrasos nesta manhã nos Estados Unidos, segundo o site de rastreamento FlightAware. Outros 600 domésticos e internacionais teriam sido cancelados.
“A Azul informa que em virtude de problemas no sistema da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos da América registrado esta manhã, os voos AD 8703 (Fort Lauderdale-Viracopos) e AD 8709 (Orlando-Viracopos) sofreram atrasos na decolagem”, informou a companhia aérea, em nota.
“A Azul destaca que o sistema da FAA [autoridade aérea americana] foi normalizado ainda pela manhã e o embarque de clientes retomado logo em seguida”, disse. A companhia opera dois voos diários para a Flórida e dois voos diários para Orlando, partindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).
Também por meio da sua assessoria de imprensa, a Latam Brasil informou que as suas rotas estão operando normalmente. O voo LA8195 (Miami-São Paulo/Guarulhos) decolou nesta manhã sem atraso, segundo a companhia. A aérea opera 28 voos por semana entre Brasil e Estados Unidos, com destino a Miami, Nova York, Boston e Orlando.
Já a Gol -que realiza voos diários entre Brasília e Miami, e Brasília e Orlando- informou que os dois voos que partiram do Brasil na manhã desta quarta estavam no horário e não houve mudanças. Ambos os voos têm o seu retorno para a capital federal dentro do previsto.
Segundo a Gol, para a alta temporada, até 31 de janeiro, foram incluídas mais três operações por semana entre Brasília e Orlando, totalizando dez voos semanais nesta rota.
No primeiro trimestre de 2022, os Estados Unidos foram o segundo principal destino de viagem dos brasileiros, só atrás da Europa, de acordo com a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens).
Segundo a instituição, até a manhã desta quarta, não havia manifestações de passageiros brasileiros no território americano com dificuldades de retornar ao país.
A Administração Federal de Aviação americana (FAA, na sigla em inglês) informou nesta manhã, no seu perfil no Twitter, que “operações de tráfego aéreo estão sendo retomadas gradualmente nos EUA após uma interrupção noturna no sistema de aviso às missões aéreas que fornece informações de segurança para tripulações de voo. O impedimento de decolagens foi suspenso.”
A Casa Branca afirmou que não há evidências de ataque cibernético.
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