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Rússia usa drones ‘kamikazes’ para atacar cidades na Ucrânia
Autoridades ucranianas confirmaram que um dos ataques atingiu um edifício residencial em Kiev; chefe de gabinete pediu ‘mais sistemas de defesa antiaéreos o mais rápido possível’.
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A Ucrânia acusou a Rússia de atacar a capital Kiev com “drones kamikazes” nesta segunda-feira, 17. Segundo as autoridades ucranianas, foram detectados ataques com drones em Kiev e outras ofensivas com mísseis em Dnipropetrovsk e Sumi. Além disso, os ucranianos classificaram o ataque como um “ato de desespero” por parte de Moscou. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, falou sobre os ataques, confirmando a utilização de drones por parte do governo de Vladimir Putin, mas dizendo que isso não “quebrará” o país. “O inimigo pode atacar nossas cidades, mas não conseguirá nos quebrar. […] Drones suicidas e mísseis estão atingindo toda a Ucrânia”, afirmou Zelensky. Sirenes antiaéreas foram ouvidas na capital entre 6h30 e 6h55 (horário local), sendo que um dos ataques atingiu um edifício residencial. Vitali Klitschko, prefeito de Kiev, informou que o corpo de uma mulher foi encontrado entre os escombros e que outras três pessoas foram hospitalizadas.
Os ataques aconteceram uma semana após o disparo em larga escala de mísseis russos. Os ataques duraram dois dias, atingiram cidades de toda a Ucrânia e cortaram o fornecimento de energia elétrica em diversas regiões. À AFP, o morador Sergiy Prijodko disse que os ataques às segundas-feiras têm se tornado comuns e que são “a nova maneira de começar a semana”. O chefe de gabinete da presidência da Ucrânia, Andriy Yermak, disse que o país precisa de “mais sistemas de defesa antiaéreos o mais rápido possível”. “Os russos pensam que isto vai ajudá-los, mas demonstra apenas o seu desespero”, continuou Yermak. O ministério da Defesa da Ucrânia disse ter derrubado 37 drones Shahed-136 iranianos e três mísseis de cruzeiro lançados pela Rússia contra o território ucraniano.
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Suspensão de voos nos EUA provoca impacto pontual no Brasil
A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O caos aéreo registrado na manhã desta quarta-feira (11) nos Estados Unidos, onde todas as companhias aéreas tiveram que suspender decolagens das 9h às 11h (horário de Brasília) após uma falha em um sistema, surtiu efeitos pontuais no Brasil.
A companhia aérea Azul registrou atrasos na decolagem de alguns voos, enquanto os voos da Gol e da Latam Brasil partiram no horário previsto.
Cerca de 4.000 voos sofreram atrasos nesta manhã nos Estados Unidos, segundo o site de rastreamento FlightAware. Outros 600 domésticos e internacionais teriam sido cancelados.
“A Azul informa que em virtude de problemas no sistema da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos da América registrado esta manhã, os voos AD 8703 (Fort Lauderdale-Viracopos) e AD 8709 (Orlando-Viracopos) sofreram atrasos na decolagem”, informou a companhia aérea, em nota.
“A Azul destaca que o sistema da FAA [autoridade aérea americana] foi normalizado ainda pela manhã e o embarque de clientes retomado logo em seguida”, disse. A companhia opera dois voos diários para a Flórida e dois voos diários para Orlando, partindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).
Também por meio da sua assessoria de imprensa, a Latam Brasil informou que as suas rotas estão operando normalmente. O voo LA8195 (Miami-São Paulo/Guarulhos) decolou nesta manhã sem atraso, segundo a companhia. A aérea opera 28 voos por semana entre Brasil e Estados Unidos, com destino a Miami, Nova York, Boston e Orlando.
Já a Gol -que realiza voos diários entre Brasília e Miami, e Brasília e Orlando- informou que os dois voos que partiram do Brasil na manhã desta quarta estavam no horário e não houve mudanças. Ambos os voos têm o seu retorno para a capital federal dentro do previsto.
Segundo a Gol, para a alta temporada, até 31 de janeiro, foram incluídas mais três operações por semana entre Brasília e Orlando, totalizando dez voos semanais nesta rota.
No primeiro trimestre de 2022, os Estados Unidos foram o segundo principal destino de viagem dos brasileiros, só atrás da Europa, de acordo com a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens).
Segundo a instituição, até a manhã desta quarta, não havia manifestações de passageiros brasileiros no território americano com dificuldades de retornar ao país.
A Administração Federal de Aviação americana (FAA, na sigla em inglês) informou nesta manhã, no seu perfil no Twitter, que “operações de tráfego aéreo estão sendo retomadas gradualmente nos EUA após uma interrupção noturna no sistema de aviso às missões aéreas que fornece informações de segurança para tripulações de voo. O impedimento de decolagens foi suspenso.”
A Casa Branca afirmou que não há evidências de ataque cibernético.
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