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Polícia Civil cumpre 1.643 mandados de prisão no Acre

Como parte do planejamento estratégico de enfrentamento à criminalidade e à violência, mais de mil e seiscentos mandados de prisão foram cumpridos durante o período de 01 de janeiro a 30 de Dezembro de 2021 no Acre com intuito de desarticular grupos criminosos e pessoas que estão em débito com a justiça.

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Como parte do planejamento estratégico de enfrentamento à criminalidade e à violência, mais de mil e seiscentos mandados de prisão foram cumpridos durante o período de 01 de janeiro a 30 de Dezembro de 2021 no Acre com intuito de desarticular grupos criminosos e pessoas que estão em débito com a justiça.

Durante 12 meses de 2021, sob a coordenação do Departamento de Polícia Civil da Capital e do Interior (DPCI), o Núcleo Especial de Capturas (NECAP) prendeu mais de 341 pessoas envolvidas em crimes como: homicídio, tráfico, roubo majorado, estupro, furto, violência domestica, organização criminosa e associação para o trafico.

Em balanço geral dos 12 meses foram cumpridos 1.643 (um mil, seiscentos e quarenta e três) mandados de prisão pela Polícia Civil, sendo que deste quantitativo, 341 (trezentos e quarenta e um) foram cumpridos pelo Núcleo Especial de Capturas – NECAP. Esse quantitativo representa um aumento de mais de 100% (cem por cento) se comparado com o mesmo período de 2020 quando houve um total de 145 (cento e quarenta e cinco) mandados de prisão cumpridos pelo referido Núcleo.

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O resultado é significativo, uma vez que a retirada de agentes criminosos de circulação é fundamental para manutenção da segurança publica. As ordens judiciais foram expedidas pela justiça do acre em processos já transitado e julgado com sentença definitiva por crimes supracitados. Competiu ao Núcleo Especializado em Capturas da Polícia Civil (Necap/PC) o cumprimento dos mandados de prisões em Rio Branco.

As ações da Policia Civil do Acre vem contribuindo de maneira significativa com as demais forças de segurança do Estado para mitigar ações criminosas e por consequência a diminuição dos índices de criminalidade no Estado.

O combate à impunidade se materializa com a pena, que é a resposta estatal diante do cometimento de uma infração penal. É fundamental que essa resposta seja dada com a maior rapidez possível, dentro do devido processo legal, e a Polícia Civil não tem medido esforços para exercer o seu ofício, atuando sempre em prol da sociedade.

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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