O Horto Florestal de Rio Branco, administrado pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, foi palco da soltura de animais silvestres reabilitados nesta semana.
O Horto Florestal foi palco da soltura de animais silvestres nessa semana. (Foto: Secom)
Os animais haviam sido identificados anteriormente pela equipe do Horto em situação de debilidade. Seguindo o protocolo adotado pelo Município, o Corpo de Bombeiros Militar do Acre foi acionado para realizar a captura com segurança e encaminhar os animais ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama (Cetas), onde receberam atendimento veterinário, cuidados clínicos e acompanhamento técnico até a completa reabilitação.
Após avaliação criteriosa da equipe especializada, os animais receberam alta e puderam retornar ao seu habitat natural. (Foto: Secom)
Após avaliação criteriosa da equipe especializada, os animais receberam alta e puderam retornar ao seu habitat natural. Entre as espécies reintroduzidas no Horto Florestal estão a coruja-preta, a mãe-da-lua-gigante, a coruja-buraqueira e a coruja-do-mato.
Entre as espécies reintroduzidas no Horto Florestal estão a coruja-preta, a mãe-da-lua-gigante, a coruja-buraqueira e a coruja-do-mato. (Foto: Secom)
De acordo com a bióloga e responsável pelo Cetas, Elaine Oliveira, a soltura foi realizada no fim do dia desta última quarta-feira (21), considerando os hábitos de vida dessas espécies, que são predominantemente noturnas e têm suas atividades concentradas no período da noite. A profissional também ressaltou a importância do Horto Florestal como um espaço estratégico para a preservação da fauna silvestre e para a manutenção do equilíbrio ambiental em área urbana.
A Prefeitura de Rio Branco reforça que, ao avistar animais silvestres em situação anormal, a população não deve tentar capturá-los ou manipulá-los. (Foto: Secom)
A Prefeitura de Rio Branco reforça que, ao avistar animais silvestres em situação anormal, a população não deve tentar capturá-los ou manipulá-los. A orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros, garantindo a segurança das pessoas e o bem-estar dos animais.
O Horto Florestal de Rio Branco segue sendo um espaço seguro, de proteção ambiental e convivência harmoniosa. (Foto: Secom)
O Horto Florestal de Rio Branco segue sendo um espaço seguro, de proteção ambiental e convivência harmoniosa entre a população e a fauna silvestre.
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça as ações de vigilância e prevenção após a confirmação de dois casos de sarampo em pacientes residentes no Peru e atendidos na capital acreana. Os casos foram confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), responsável pela condução da investigação epidemiológica.
Os pacientes são uma criança de 11 meses e uma mulher de 30 anos, ambos moradores de Puerto Maldonado, no Peru. Antes de chegarem a Rio Branco, os dois passaram pelos municípios de Assis Brasil e Brasileia.
De acordo com as informações da vigilância em saúde, os casos são, até o momento, tratados como importados, considerando que os pacientes são procedentes e residentes do Peru. (Foto: Átilas Moura/Secom)
De acordo com as informações da vigilância em saúde, os casos são, até o momento, tratados como importados, considerando que os pacientes são procedentes e residentes do Peru. A investigação permanece em andamento para identificar contatos, possíveis locais de exposição e verificar a ocorrência de eventual transmissão secundária.
Até o momento, não há evidências de transmissão sustentada do vírus do sarampo em Rio Branco. A Vigilância Epidemiológica Municipal permanece em alerta e acompanha a situação em articulação com as demais autoridades de saúde.
Diante da confirmação dos casos, a Secretaria Municipal de Saúde reforçou as ações de vigilância e orientação junto à rede municipal de atendimento e intensificou as recomendações sobre a importância da vacinação, principal medida de prevenção contra o sarampo.
A população deve verificar a caderneta de vacinação, especialmente de crianças, adolescentes e pessoas que eventualmente não tenham completado o esquema vacinal. Quem estiver com alguma dose pendente ou não souber informar sua situação vacinal deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e, se necessário, atualização da caderneta.
Rio Branco apresenta atualmente 98,69% de cobertura vacinal contra o sarampo (Foto: Átilas Moura/Secom)
Rio Branco apresenta atualmente 98,69% de cobertura vacinal contra o sarampo, índice próximo de 100% e que demonstra o alcance das ações de imunização realizadas pela rede municipal de saúde.
A Secretaria também orienta os profissionais da rede a manterem a vigilância sobre pessoas que apresentem sintomas compatíveis com sarampo. As pessoas que tiveram contato com os casos confirmados foram acompanhadas pelas equipes de saúde, tiveram a situação vacinal verificada e, nos casos em que havia necessidade, receberam a atualização da vacina contra o sarampo.
“A população pode ficar tranquila, porque a Secretaria está atuando e nossas equipes estão mobilizadas, acompanhando de perto a situação e reforçando as ações de vigilância e prevenção. Não há, até o momento, evidência de transmissão sustentada do vírus em Rio Branco, e temos uma cobertura vacinal de 98,69%. Estamos trabalhando para identificar rapidamente qualquer situação suspeita e adotar as medidas necessárias. A vacinação continua sendo nossa principal ferramenta de proteção”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Rennan Biths.
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. (Foto: Átilas Moura/Secom)
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. Os principais sinais são febre e manchas vermelhas pelo corpo, podendo ocorrer também tosse, coriza e conjuntivite. Em caso de sintomas compatíveis, a orientação é procurar um serviço de saúde para avaliação.
Pessoas com suspeita da doença devem evitar frequentar escolas, locais de trabalho e outros ambientes coletivos até receberem orientação de um profissional de saúde, como forma de reduzir o risco de transmissão.
As equipes municipais permanecem mobilizadas para monitorar possíveis casos suspeitos e contatos, além de apoiar as medidas de vigilância epidemiológica determinadas pelas autoridades de saúde.
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