O trabalho de arborização e paisagismo de Rio Branco começa muito antes de uma muda chegar a uma praça, parque, escola ou rotatória. No viveiro municipal do Horto Florestal, sementes e estacas recebem cuidados diários, desde as primeiras etapas do cultivo até o momento em que as plantas estão prontas para transformar a paisagem dos espaços públicos da capital.
Mantido pela Prefeitura de Rio Branco, o viveiro é uma das principais estruturas de apoio às ações de arborização e paisagismo desenvolvidas pelo município. Atualmente, o espaço cultiva cerca de 120 espécies de plantas, destinadas à implantação, recuperação e manutenção de áreas verdes em diferentes regiões da cidade.
Trabalho de arborização e paisagismo de Rio Branco começa muito antes de uma muda chegar a uma praça, parque, escola ou rotatória. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Para a responsável pelo viveiro, Fátima Paula da Costa, o trabalho realizado no local é essencial para garantir o fornecimento contínuo de mudas utilizadas nos projetos de paisagismo da capital.
“Esse viveiro aqui hoje é o coração da cidade. Porque é aqui que saem todas as plantas para parque, rotatória, escolas, creches e, às vezes, até para outros municípios. É um viveiro de muita importância”, destacou.
Entre as espécies mais produzidas estão a rexória, as alamandas e o amendoim forrageiro, utilizadas em diferentes projetos de ornamentação, cobertura vegetal e manutenção dos espaços públicos.
O viveiro produz espécies como rexória, alamandas e amendoim forrageiro, utilizadas na ornamentação, cobertura vegetal e manutenção dos espaços públicos. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
A capacidade produtiva do viveiro demonstra a dimensão do trabalho desenvolvido pela equipe municipal. Conforme dados do relatório anual, somente no ano passado foram produzidas aproximadamente 120 mil mudas de rexória e 230 mil de amendoim forrageiro.
Juntas, as duas espécies somaram cerca de 350 mil mudas produzidas em um único ano, demonstrando a importância da estrutura municipal para o abastecimento das ações de paisagismo e manutenção das áreas verdes.
Além do volume de produção, a diversidade de espécies cultivadas permite atender às diferentes necessidades dos espaços públicos, considerando características como porte, adaptação ao ambiente e finalidade paisagística.
Viveiro reúne cerca de 120 espécies de plantas que contribuem para a arborização, paisagismo e recuperação de áreas verdes de Rio Branco. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Com isso, a Prefeitura fortalece sua capacidade de realizar intervenções de forma contínua, utilizando mudas produzidas pela própria equipe municipal.
Trabalho diário garante qualidade das mudas
Por trás de cada planta destinada aos espaços públicos existe uma rotina de dedicação e cuidados. Grande parte das atividades desenvolvidas no viveiro é realizada manualmente, por profissionais responsáveis pelas diferentes etapas da produção.
O processo começa com a preparação do composto utilizado no cultivo e dos recipientes que receberão as mudas. Em seguida, são realizadas a coleta de estacas, o plantio, a irrigação e o acompanhamento do crescimento das plantas.
“Aqui tem uma equipe. Tem a equipe que irriga, tem a equipe que faz o composto, que produz, coloca no saco, traz as estacas e planta nos sacos”, explicou. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Segundo Fátima Paula, o funcionamento do viveiro depende de um trabalho coletivo, no qual cada profissional desempenha uma função importante.
“Aqui tem uma equipe. Tem a equipe que irriga, tem a equipe que faz o composto, que produz, coloca no saco, traz as estacas e planta nos sacos”, explicou.
A rotina exige atenção constante às condições de desenvolvimento das mudas, especialmente quanto à irrigação, à disponibilidade de nutrientes e aos cuidados necessários para que as plantas estejam preparadas para o plantio definitivo.
Do Horto Florestal para os espaços públicos
Após concluírem o ciclo de desenvolvimento no viveiro, as mudas são destinadas a diferentes áreas de Rio Branco, como jardins, praças, parques, rotatórias, escolas e creches.
A produção própria contribui para o abastecimento das ações municipais de arborização e paisagismo, além de apoiar a recuperação e a manutenção de espaços verdes já existentes.
Após o desenvolvimento, as mudas são distribuídas para jardins, praças, parques, rotatórias, escolas e creches de Rio Branco. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
O trabalho também favorece a melhoria da paisagem urbana e a criação de ambientes mais agradáveis para a população. A presença da vegetação contribui para a formação de áreas sombreadas, a redução da temperatura em determinados espaços e a melhoria das condições ambientais da cidade.
Dessa forma, o viveiro municipal desempenha um papel estratégico na ampliação das áreas verdes e no cuidado permanente com os espaços públicos.
Produção própria fortalece o cuidado com a cidade
Com aproximadamente 120 espécies cultivadas e uma produção anual expressiva, o viveiro do Horto Florestal representa uma importante estrutura de apoio às políticas municipais de arborização e paisagismo.
Trabalho garante o fornecimento contínuo de plantas para projetos de preservação, recuperação e valorização dos espaços urbanos.
O trabalho desenvolvido pela equipe permite que a Prefeitura mantenha o fornecimento de plantas para diferentes projetos, contribuindo para a continuidade das ações de preservação, recuperação e valorização dos espaços urbanos.
Mais do que produzir mudas, o viveiro participa diretamente da transformação da paisagem de Rio Branco. Cada planta cultivada e posteriormente destinada a uma praça, parque, escola ou creche representa mais um passo na construção de uma cidade mais verde, acolhedora e ambientalmente equilibrada.
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça as ações de vigilância e prevenção após a confirmação de dois casos de sarampo em pacientes residentes no Peru e atendidos na capital acreana. Os casos foram confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), responsável pela condução da investigação epidemiológica.
Os pacientes são uma criança de 11 meses e uma mulher de 30 anos, ambos moradores de Puerto Maldonado, no Peru. Antes de chegarem a Rio Branco, os dois passaram pelos municípios de Assis Brasil e Brasileia.
De acordo com as informações da vigilância em saúde, os casos são, até o momento, tratados como importados, considerando que os pacientes são procedentes e residentes do Peru. (Foto: Átilas Moura/Secom)
De acordo com as informações da vigilância em saúde, os casos são, até o momento, tratados como importados, considerando que os pacientes são procedentes e residentes do Peru. A investigação permanece em andamento para identificar contatos, possíveis locais de exposição e verificar a ocorrência de eventual transmissão secundária.
Até o momento, não há evidências de transmissão sustentada do vírus do sarampo em Rio Branco. A Vigilância Epidemiológica Municipal permanece em alerta e acompanha a situação em articulação com as demais autoridades de saúde.
Diante da confirmação dos casos, a Secretaria Municipal de Saúde reforçou as ações de vigilância e orientação junto à rede municipal de atendimento e intensificou as recomendações sobre a importância da vacinação, principal medida de prevenção contra o sarampo.
A população deve verificar a caderneta de vacinação, especialmente de crianças, adolescentes e pessoas que eventualmente não tenham completado o esquema vacinal. Quem estiver com alguma dose pendente ou não souber informar sua situação vacinal deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e, se necessário, atualização da caderneta.
Rio Branco apresenta atualmente 98,69% de cobertura vacinal contra o sarampo (Foto: Átilas Moura/Secom)
Rio Branco apresenta atualmente 98,69% de cobertura vacinal contra o sarampo, índice próximo de 100% e que demonstra o alcance das ações de imunização realizadas pela rede municipal de saúde.
A Secretaria também orienta os profissionais da rede a manterem a vigilância sobre pessoas que apresentem sintomas compatíveis com sarampo. As pessoas que tiveram contato com os casos confirmados foram acompanhadas pelas equipes de saúde, tiveram a situação vacinal verificada e, nos casos em que havia necessidade, receberam a atualização da vacina contra o sarampo.
“A população pode ficar tranquila, porque a Secretaria está atuando e nossas equipes estão mobilizadas, acompanhando de perto a situação e reforçando as ações de vigilância e prevenção. Não há, até o momento, evidência de transmissão sustentada do vírus em Rio Branco, e temos uma cobertura vacinal de 98,69%. Estamos trabalhando para identificar rapidamente qualquer situação suspeita e adotar as medidas necessárias. A vacinação continua sendo nossa principal ferramenta de proteção”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Rennan Biths.
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. (Foto: Átilas Moura/Secom)
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. Os principais sinais são febre e manchas vermelhas pelo corpo, podendo ocorrer também tosse, coriza e conjuntivite. Em caso de sintomas compatíveis, a orientação é procurar um serviço de saúde para avaliação.
Pessoas com suspeita da doença devem evitar frequentar escolas, locais de trabalho e outros ambientes coletivos até receberem orientação de um profissional de saúde, como forma de reduzir o risco de transmissão.
As equipes municipais permanecem mobilizadas para monitorar possíveis casos suspeitos e contatos, além de apoiar as medidas de vigilância epidemiológica determinadas pelas autoridades de saúde.
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