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Debate sobre o Plano Diretor ganha força com posicionamentos de vereadores na Câmara

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A audiência pública sobre a revisão do Plano Diretor de Rio Branco, realizada na sexta-feira, 14, na Câmara Municipal de Rio Branco, reuniu representantes de órgãos públicos, entidades técnicas, organizações sociais e vereadores. Durante o debate, os parlamentares reforçaram a necessidade de ampliar o diálogo, atualizar informações técnicas e garantir segurança jurídica antes que o Projeto de Lei Complementar nº 26/2025 avance no processo legislativo.

O vereador Matheus Paiva (UB) destacou que a discussão ultrapassa aspectos formais e mexe diretamente com o futuro da cidade. “O Plano Diretor está há quase dez anos sem revisão completa. A cidade cresceu mais rápido que o nosso planejamento, e por isso precisamos de um texto que reflita a realidade atual dos bairros e dos moradores”, afirmou.

Matheus reforçou ainda que a construção do documento deve ser coletiva. “Plano Diretor não se faz trancado em gabinete. Ele se faz ouvindo quem vive os problemas da cidade todos os dias”, completou. O parlamentar também ressaltou a necessidade de garantir acessibilidade e inclusão em todo o processo.

A vereadora Elzinha Mendonça (PP) chamou atenção para a responsabilidade do Legislativo na análise do projeto. “Estamos falando de um instrumento que vai impactar toda a estrutura da cidade pelos próximos anos. É um tema complexo, que exige seriedade e transparência”, disse. Ela questionou como se deu a participação das comunidades mais vulneráveis na elaboração da proposta: “Um Plano Diretor sem a participação de quem vive na ponta tende a nascer frágil”.

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Elzinha também pediu esclarecimentos sobre ocupações consolidadas classificadas como APP. “Há moradores que já possuem infraestrutura instalada e permanecem travados por classificações que não condizem mais com a realidade”, pontuou.

O vereador Felipe Tchê (PP) defendeu que o debate seja ampliado antes que o projeto siga para votação.
“Nós não temos tempo hábil para votar esse plano este ano. O tema é grande demais para ser discutido apenas em uma audiência pública”, afirmou.

Felipe relatou reuniões com CREA, Federação das Indústrias e outros setores, que resultaram em diversas sugestões. “Só do nosso gabinete já são cerca de 30 emendas construídas com a contribuição da sociedade civil”, comentou.

Ele também destacou pontos sensíveis da proposta. “Precisamos tratar com profundidade temas como acessibilidade, prevenção a enchentes e impactos ambientais. Isso não pode passar sem debate técnico.”

Encerrando a audiência, o presidente da Comissão de Infraestrutura e Urbanismo, vereador Bruno Moraes (PP), agradeceu a presença das instituições e reforçou que o processo seguirá aberto. “Essa audiência não é terminativa. É o início de uma construção coletiva. Teremos novas reuniões, novos diálogos setorizados e todas as contribuições serão consideradas”, afirmou.

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Bruno destacou ainda que a comissão não pretende concluir o processo neste ano. “Vamos ampliar esse debate o quanto for necessário para garantir que o Plano Diretor corresponda às necessidades reais da nossa cidade”, finalizou.

Fonte: Câmara Municipal de Rio Branco – AC

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Prefeitura de Rio Branco realiza reunião do Conselho da APA Raimundo Irineu Serra e empossa novos membros

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A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou nesta quinta-feira (23) a Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo da Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra (APARIS). O encontro marcou a posse dos conselheiros para o biênio 2025–2026 e reuniu representantes de instituições públicas e da sociedade civil.

Durante a reunião, foram apresentadas as principais atividades desenvolvidas pela Semeia no âmbito da APA, com destaque para ações de educação ambiental, fiscalização, manutenção de áreas públicas e gestão ambiental, evidenciando o trabalho integrado das equipes na preservação da unidade.

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Durante reunião, a Semeia apresentou as principais ações realizadas na APA, com ênfase em educação ambiental, fiscalização, conservação de espaços públicos e gestão ambiental, destacando a atuação conjunta das equipes na proteção da área. (Foto: Secom)

A pauta também incluiu o levantamento de demandas junto aos conselheiros, promovendo o diálogo entre poder público e comunidade, além da discussão sobre a transformação do Decreto nº 500, de 2005, que instituiu a APA, em Projeto de Lei, visando fortalecer a segurança jurídica e a gestão da unidade de conservação.

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A nomeação dos membros do Conselho Deliberativo foi oficializada por meio de decreto municipal, que estabelece a composição com representantes de órgãos ambientais, instituições públicas, organizações da sociedade civil e entidades comunitárias, garantindo uma gestão participativa e democrática da APA.

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Participaram da reunião representantes da Semeia, do IMAC, da SEMA, do IBAMA, além de associações comunitárias e organizações tradicionais da região. (Foto: Secom)

Entre as instituições representadas estão a própria Semeia, o Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), o IBAMA, além de associações comunitárias e organizações tradicionais da região.

A Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra é uma unidade de conservação de uso sustentável, criada com o objetivo de proteger a biodiversidade e promover a qualidade de vida da população, conciliando preservação ambiental e desenvolvimento urbano.

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“A primeira reunião da APARIS de 2026 foi essencial para prestar contas e identificar as demandas da comunidade, orientando as ações conforme suas prioridades”, destacou a secretária Flaviane Stedille. (Foto: Secom)

“A primeira reunião da APARIS de 2026 foi um momento importante para realizar a prestação de contas e principalmente levantar as necessidades daquela comunidade, para que possamos seguir trabalhando conforme seus anseios e prioridades”, reforça a secretária municipal de meio ambiente, Flaviane Stedille.

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A Prefeitura de Rio Branco destaca que o Conselho tem papel essencial no fortalecimento das políticas ambientais, garantindo a participação da sociedade nas decisões e colaborando para a preservação da APA. (Foto: Secom)

A Prefeitura de Rio Branco reforça que a atuação do Conselho é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas ambientais, assegurando a participação social na tomada de decisões e contribuindo para a conservação da APA.

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Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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