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Cleitinho pede perdão a Bolsonaro e diz que entrevista foi tirada de contexto

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (22), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) reafirmou sua lealdade ao ex-presidente Jair Bolsonaro e esclareceu declarações recentes feitas em entrevista. Segundo o parlamentar, suas falas foram editadas e interpretadas de forma equivocada, o que gerou críticas de apoiadores.

— Quero começar a minha fala hoje com uma coisa que meu pai sempre me ensinou: ser homem e, quando a gente tiver equívoco e tiver falha, reconhecer, ter humildade de reconhecer, e venho aqui hoje pedir perdão para o nosso querido ex-presidente Bolsonaro. Na minha entrevista, que eu dei sexta-feira agora — tiraram um pouco do contexto, também porque editaram uma parte toda da entrevista. Me equivoquei na hora de falar: eu penso uma coisa, falo outra e falo errado sobre a questão da gratidão. E a minha gratidão ao Bolsonaro, população brasileira, e, em especial, à toda a direita vai ser sempre eterna. Não tem preço que pague, gratidão não tem valor, e eu vou sempre pagar isso — declarou.

O senador lembrou o apoio recebido de Bolsonaro em sua candidatura e disse que não se afastará dessa posição. Ele destacou que considera a gratidão como um valor permanente em sua trajetória política e pessoal.

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— Nunca vou ter problema nenhum, como um ser humano, como um cristão, de, quando eu me equivocar, não ter a hombridade e a humildade de subir aqui e falar: “Eu errei”. Então, eu peço perdão às pessoas que se sentiram ofendidas por uma palavra que eu falei erradamente — eu pensei uma coisa e falei outra. Então, Bolsonaro, pode sempre contar comigo. Uma coisa que eu carrego na minha vida aqui é lealdade e gratidão, e eu sempre vou ser assim com o senhor e com todas as pessoas que estenderam a mão para mim — disse.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova critérios para ampliar reserva de moradias para pessoas com deficiência

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios a ampliarem o percentual de moradias reservadas para pessoas com deficiência em programas habitacionais financiados com recursos públicos.

A ampliação deverá considerar, entre outros critérios, a demanda local, a disponibilidade orçamentária e a viabilidade técnica dos empreendimentos.

Atualmente, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência fixa a reserva em no mínimo 3% das unidades habitacionais.

Por recomendação da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), o colegiado aprovou o substitutivo adotado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano ao projeto de lei 7194/17, dos deputados Marcos Abrão (PPS-GO) e Rubens Bueno (Cidadania-PR), e apensados. Enquanto a versão original aumentava a reserva de moradias para 10%, o texto aprovado mantém a regra atual e permite o aumento, conforme a demanda do ente federado, desde que não haja redução do percentual mínimo.

Para Silvia Cristina, a iniciativa permite que os programas habitacionais respondam às necessidades locais. “O novo texto garante a segurança jurídica da reserva mínima e assegura que a priorização desse grupo vulnerável seja observada ao longo de todas as etapas do processo de seleção”, afirmou em parecer.

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Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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