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Comissão aprova projeto que permite envio de alertas de crimes a pessoas cadastradas

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite às operadoras de celular enviar alertas sobre crimes frequentes na região, com o propósito de proteger públicos vulneráveis. O usuário deverá se cadastrar previamente para receber os alertas e poderá cancelar o serviço a qualquer momento.

As mensagens devem usar linguagem clara e informar sobre os crimes mais comuns, seus riscos, formas de prevenção e como denunciá-los. Pelo menos um alerta deverá ser enviado a cada 60 dias.

As secretarias de Segurança Pública estaduais deverão fornecer os dados às operadoras, para garantir alertas segmentados por região. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definirá como as medidas serão implementadas.

Foi aprovada a versão do relator (substitutivo) da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ao Projeto de Lei 4234/23, do deputado Romero Rodrigues (Pode-PB). O texto original obrigava o envio de alertas voltados apenas à população idosa.

O relator, deputado Castro Neto (PSD-PI), destacou que a pandemia mostrou os riscos do isolamento, principalmente para pessoas idosas que usam celular com frequência. “Devemos estar atentos por meio da disseminação pública e gratuita do maior tipo de prática criminosa voltada para as diversas formas de fraude financeira contra as pessoas idosas”, afirmou.

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Próximos passos
A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, um projeto precisa ser aprovado na Câmara e no Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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