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Comissão debate doenças metabólicas hereditárias e garantias de direitos

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A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados promove audiência pública na terça-feira (30) sobre as doenças metabólicas hereditárias e a garantia de direitos para pessoas acometidas por essas condições.

O debate atende a pedido do presidente do colegiado, deputado Reimont (PT-RJ), e está marcado para as 10 horas, em plenário a ser definido.

Segundo o parlamentar, embora o Sistema Único de Saúde (SUS) faça o diagnóstico precoce das doenças, muitas crianças ainda não têm acesso ao tratamento.

“Essa realidade compromete de forma irreversível o desenvolvimento neurológico e a qualidade de vida dos pacientes, representando uma violação sistemática do direito à saúde, à igualdade de oportunidades e à proteção da infância”, afirma o parlamentar.

Reimont acrescenta que a audiência será uma oportunidade para discutir o aperfeiçoamento de políticas públicas que assegurem atenção integral, contínua e humanizada às pessoas com doenças metabólicas hereditárias, em consonância com os princípios constitucionais e os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil.

Da Redação – MB

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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