POLÍTICA NACIONAL
Comissão discute ações contra infiltração do crime organizado na economia
POLÍTICA NACIONAL
A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (2), projeto de lei com medidas para combater a infiltração do crime organizado na economia (PL 2646/25). A audiência será realizada às 10 horas, no plenário 6.
O debate atende a pedido do deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP). Segundo o parlamentar, o avanço do crime organizado no Brasil ultrapassa a esfera da segurança pública, representando ameaça direta à economia, à estabilidade institucional e à livre concorrência.
O deputado acrescenta que o crime organizado movimenta cifras equivalentes ao Produto Interno Bruto (PIB) de estados inteiros. Apenas em 2022, os prejuízos causados por essas atividades ilícitas somaram R$ 453,5 bilhões, valor superior ao PIB de Santa Catarina, incluindo R$ 136 bilhões em impostos não arrecadados que poderiam ser aplicados em saúde, educação e infraestrutura.
“As perdas concentram-se em atividades ilícitas altamente estruturadas, como a comercialização ilegal de combustíveis, a extração ilegal de ouro, a produção clandestina de bebidas e o comércio ilícito de cigarros e tabaco”, afirma. “Facções criminosas com atuação em todo o território nacional impactam diretamente a vida de 23 milhões de brasileiros que convivem com facções e milícias em seus bairros”.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Cleitinho critica atuação de órgãos ambientais e regulatórios
Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (17), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) afirmou que órgãos como ICMBio, Funai e Ibama estariam prejudicando trabalhadores e produtores rurais. Ele questionou a finalidade desses órgãos e defendeu mudanças nas suas formas de fiscalização e atuação.
— Esses órgãos deveriam instruir e orientar o trabalhador, o produtor, quem produz de verdade. E não humilhar [essas pessoas] — afirmou.
O parlamentar também criticou órgãos estaduais de Minas Gerais e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no que se refere a procedimentos de fiscalização e decisões regulatórias.
Cleitinho defendeu a revisão da estrutura e do funcionamento desses órgãos, argumentando que a fiscalização deve ter caráter orientador.
Ao comentar questões internas de seu partido, ele pediu desculpas a integrantes do Republicanos por eventuais interpretações equivocadas de suas declarações.
— Se alguma fala minha foi tirada de contexto ou foi mal interpretada, eu tenho toda a humildade do mundo para pedir desculpas para qualquer membro do Republicanos que tenha ficado chateado comigo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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