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POLÍTICA NACIONAL

Comissão discute regulamentação do teletrabalho no serviço público

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POLÍTICA NACIONAL

A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (2) audiência pública para discutir a regulamentação do teletrabalho no serviço público.

A reunião será realizada no plenário 8, às 10 horas.

O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Ela ressalta que o evento integra um ciclo de audiências destinado a tratar de assuntos estratégicos para o aprimoramento da administração pública, com foco na gestão de pessoas, na modernização do Estado e na qualidade dos serviços prestados à população.

A discussão sobre teletrabalho, acrescenta a parlamentar, visa aprofundar a análise sobre novas práticas de gestão, formas de organização do trabalho e impactos na eficiência estatal.

“O teletrabalho integra a agenda de modernização, que inclui tópicos como avaliação de desempenho, negociação coletiva, governo digital, inteligência artificial, contribuição de aposentados e pensionistas e regulamentação dos supersalários”, diz.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Lei prioriza distribuição de alimentos para rede de acolhimento a mulheres vítimas de violência

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O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) deverá priorizar a distribuição de alimentos para a rede de acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A medida está prevista na Lei 15.451/26, sancionada pelo presidente da República e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º).

Para estabelecer essa prioridade — que também beneficia os dependentes dessas mulheres —, a nova norma altera a Lei 11.346/06. A prioridade vale especialmente para os centros de atendimento integral e as casas-abrigo previstos na Lei Maria da Penha.

O Sisan é o sistema de gestão das políticas públicas de segurança alimentar e nutricional. Entre seus objetivos estão: formular e implementar políticas e planos de segurança alimentar; promover o direito à alimentação; e acompanhar a segurança alimentar e nutricional no país.

Necessidades básicas
A nova lei teve origem em um projeto da senadora Teresa Leitão (PT-PE). Na justificativa do projeto, ela defende o fortalecimento da rede de atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e argumenta que, para isso, é necessário garantir condições para que esses serviços atendam às necessidades básicas das vítimas e de seus dependentes.

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A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), relatora da proposta na Câmara, disse que o objetivo do projeto é garantir a segurança alimentar às vítimas e aos seus dependentes durante o período de acolhimento.

“Trata-se de proposta que fortalece as condições para a superação do ciclo de violência, mitigando fatores de vulnerabilidade econômica que, frequentemente, dificultam o rompimento desse ciclo”, disse.

Da Redação – RS
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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