RIO BRANCO
Search
Close this search box.

POLÍTICA NACIONAL

Davi rebate Valdemar Costa Neto sobre veto à dosimetria e CPI do Master

Publicados

POLÍTICA NACIONAL

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, desmentiu nesta quarta-feira (18) declarações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que o acusou de ter tentado articular um acordo para barrar a CPI sobre o Banco Master em troca da derrubada do veto presidencial à diminuição de pena dos condenados pela tentativa de golpe.

Davi se disse estarrecido e negou qualquer tratativa sobre o tema. Além disso, informou que não há previsão de quando o Congresso Nacional analisará o veto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao chamado PL da Dosimetria.

— Chama-se mitômano a pessoa que mente reiteradas vezes e acredita na sua mentira. Como eu não sou médico, eu não quero fazer nenhuma consulta pública [para] o ex-deputado federal e presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Eu nunca, absolutamente nunca, tratei com Valdemar Costa Neto em relação a este assunto da sessão do Congresso, da votação dos vetos da dosimetria — manutenção ou derrubada — ou sobre a CPI do Banco Master — afirmou o presidente do Senado durante sessão deliberativa nesta terça-feira (18).

Leia Também:  Seif apresenta balanço do mandato e anuncia licença temporária

A fala de Davi — dizendo-se estarrecido com as declarações de Valdemar Costa Neto — foi em resposta ao senador Eduardo Girão (Novo-CE), que o consultou sobre uma data para análise de vetos presidenciais. Senadores aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por tentativa de golpe de estado, cobram a votação do veto ao chamado “PL da Dosimetria”, o PL 2.162/2023.

O Veto 3/2026 impede que o projeto seja transformado em lei, mas essa decisão presidencial ainda tem de ser votada pelo Congresso Nacional, que pode mantê-la ou derrubá-la. Se o veto for rejeitado, o Congresso promulgará o projeto, transformando-o em lei.

O projeto de lei da dosimetria, que havia sido aprovado pelos parlamentares em dezembro, foi vetado pelo presidente Lula. O texto diminui a pena final de condenados por diversos enquadramentos dentro do mesmo ato golpista, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre as tentativas de golpe de Estado em 2022 e 2023.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Leia Também:  CEsp debaterá contribuição da medicina esportiva para saúde e rendimento físico

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Entra em vigor lei que estabelece política de recuperação da Caatinga

Publicados

em

Por

A Caatinga contará com um programa nacional para recuperação de sua vegetação. A lei que trata do assunto foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (11).

Já em vigor, a Lei 15.430/26 institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria um programa nacional com o mesmo nome.

O texto teve origem no Projeto de Lei (PL) 1990/24, apresentado pela ex-senadora Janaína Farias, atual prefeita de Crateús (CE), município na área da Caatinga. Após aprovação no Senado, a proposta foi aprovada na Câmara em 2025 com modificações, o que levou o projeto a nova análise no Senado.

A Caatinga é um bioma localizado exclusivamente no Brasil, abrangendo quase 11% do território do país, cobrindo áreas de diversos estados nordestinos. É caracterizada por condições climáticas extremas, com baixos índices de chuva e longos períodos de seca, tornando a região suscetível à desertificação e gerando vulnerabilidade ambiental e social.

O que diz a lei
Entre outras diretrizes, a nova lei prevê a atuação articulada entre União, estados, municípios e atores não governamentais na formulação e implementação de políticas públicas para a recuperação e uso sustentável dos recursos ambientais da região.

Leia Também:  Comissão debate fatores estruturais que impactam a economia brasileira

Ações de combate à desertificação e mitigação dos efeitos da seca, além de prevenção e controle de desmatamento, estão entre os instrumentos da Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga, em âmbitos nacional e estadual.

São previstos ainda a capacitação de recursos humanos e o desenvolvimento tecnológico voltados à conservação e ao uso sustentável dos recursos ambientais, e a participação da comunidade local na recuperação das áreas degradadas do bioma, entre outros instrumentos de ação.

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA